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27/11/2017

A mentira como política oficial (39) - Desservindo inequivocamente uma causa equívoca (II)

Que Puigdemont, o ex-líder do governo regional catalão, era mentiroso ficámos a saber quando lemos o manifesto (This is not just about Catalonia. This is about democracy itself) publicado no Guardian e totalmente desmentido pelo jornal El Español («Las diez mentiras de Puigdemont en 'The Guardian'»).

Entretanto, foram conhecidos os resultados das sondagens que mostram estar o Junts per Catalunya de Puigdemont em quarto lugar com apenas 13,6% de intenções de votos, claramente atrás do Ciudadanos com 25,3%, que foi o que mais cresceu. Em conclusão, os eleitores parecem não ter sido seduzidos pelo verbo do demagogo.

Se já sabíamos que era demagogo e mentiroso (numa dose substancialmente mais elevada do que a média dos políticos), ficámos agora também a saber que Puigdemont, um vibrante europeísta, é um palhaço que, após tentar vender em Bruxelas sem sucesso uma adesão separada da Catalunha, vem agora classificar a União Europeia como um «clube de países decadentes, obsolescentes, no qual poucos ordenam, ainda por cima com ligações a interesses económicos cada vez mais discutíveis». (fonte)

1 comentário:

Unknown disse...

Convém não perder de vista que o "Cabeça de Esfregona" se limita a ser um "dummy) mais que ridículo do(s) ventríloquo(s) respectivo(s)...