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10/01/2006

O IMPERTINÊNCIAS FEITO PELOS SEUS DETRACTORES: Contributos para a Teoria Geral do Prego (7)

(continuação de (1),(2),(3) (4), (5) e (6))


2.2. - Teoria Geral do Prego

A teoria geral do prego vai então ser construída através da elaboração de uma série de passos cuja finalidade é ocupar todo o tempo reservado ao terceiro problema. Cada passo será independente dos restantes podendo deste modo criar-se uma teoria modular onde os aperfeiçoamentos não irão incompatibilizar o que acaba de se fazer num lado com o que se faz num outro.

A estrutura de passos e a sua sequenciação a seguir descriminada está muito longe de ser a definitiva.


2.2.1 – Decisão

A decisão de pregar um prego á a madre de tudo o que na teoria do prego vier a ser feito. É a sua causa eficiente.

Como se imagina as mais das vezes a decisão de pregar um prego é tomada por todos menos por quem vai ter, no fim das contas, de o pregar.

Este pequeno detalhe obriga-me a fazer uma referência negativa à teoria dos jogos, para realçar que esta é insuficiente e muitas vezes inadequada para dar conta da generalidade das situações que surgem neste passo crucial da teoria do prego. Vejamos:

Num enormíssimo número de ocasiões é a mulher que “manda” o marido pregar o prego.

Não é por acaso que se colocou o termo mandar entre aspas, pois mandar aqui tem mais acepções do que o próprio termo prego.


(continua, se a patroa de APS o instruir nesse sentido, sob ameaça do látego; no caso contrário, provavelmente prevalecerá o culto da obra inacabada)

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