Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos
de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.
» (António Alçada Baptista)
The Second Coming: «The best lack all conviction, while the worst; Are full of passionate intensity» (W. B. Yeats)

18/01/2019

CASE STUDY: É preciso ser muito saudável para resistir a tanta doença (10.º capítulo). Virada a página da austeridade o burnout é geral

Outras doenças a que resistimos heroicamente

Já não são só os professores universitários. Segundo «os dados mais recentes da Ordem dos Psicólogos e da Associação Portuguesa de Psicologia da Saúde Ocupacional, relativos a 2016, estimam que cerca de 14% dos profissionais no ativo em Portugal sofriam de burnout e 82% estavam em risco elevado de exposição à doença.» (Expresso)

O facto de os dados mais recentes já terem 3 anos não indiciará que os psicólogos também já estão em burnout? E se só 4% dos profissionais no activo não estão em burnout como estarão os profissionais no passivo? E o que se passará com os funcionários públicos que viram o virar da página do Costa reduzir-lhes o horário de trabalho de 40 para 35 horas? Sofrerão mais do que os sujeitos passivos vulgaris?

Teaser: não deixem de conhecer «as 12 etapas que levam o trabalhador de um estado de paixão até ao colapso - na edição do semanário [de reverência] do próximo sábado».