Recordemos, uma vez mais, os inúmeros manifestos pela defesa dos centros de decisão nacional, alguns deles assinados por empresários que passado algum tempo venderam a estrangeiros as suas empresas e as inúmeras declarações no mesmo sentido da esquerdalhada em geral. Recordemos também que esta necessidade de vender o país aos retalhos surge pelo endividamento gigantesco de públicos e privados e pela consequente descapitalização da economia portuguesa, consequência de décadas a viver acima das posses.
Recorde-se também que o Novo Banco, o "banco bom" que restou do BES foi vendido ao fundo americano Lone Star e já foi recapitalizado pelo Fundo de Resolução em 6,7 mil milhões (792 milhões só da última vez) o que nos leva a imaginar o que será o "banco mau".
Antes disso, a Tranquilidade, seguradora do BES, tinha sido vendida ao fundo Apollo. A semana passada a GNB Vida, sucessora da Tranquilidade Vida, que tinha ficado como participada do Novo Banco, foi vendida à Bankers Insurance Holdings.
Ponto de situação do sector financeiro: na banca além de umas miudezas, como o MG e as Caixas Agrícolas, resta sob controlo português a Caixa Geral de Depósitos, uma espécie de Putain de la République; nos seguros restam as miudezas controladas pelas miudezas bancárias, como a Lusitânia Seguros e Vida e a CA Seguros e Vida.
E qual é o problema se, muito provavelmente, esses bancos e seguradoras forem melhor geridos por accionistas estrangeiros? Não é um problema. Problema é que já sobra muito pouco das pratas da família para pagar o muito que sobra das dívidas.
Recorde-se também que o Novo Banco, o "banco bom" que restou do BES foi vendido ao fundo americano Lone Star e já foi recapitalizado pelo Fundo de Resolução em 6,7 mil milhões (792 milhões só da última vez) o que nos leva a imaginar o que será o "banco mau".
Antes disso, a Tranquilidade, seguradora do BES, tinha sido vendida ao fundo Apollo. A semana passada a GNB Vida, sucessora da Tranquilidade Vida, que tinha ficado como participada do Novo Banco, foi vendida à Bankers Insurance Holdings.
Ponto de situação do sector financeiro: na banca além de umas miudezas, como o MG e as Caixas Agrícolas, resta sob controlo português a Caixa Geral de Depósitos, uma espécie de Putain de la République; nos seguros restam as miudezas controladas pelas miudezas bancárias, como a Lusitânia Seguros e Vida e a CA Seguros e Vida.
