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16/02/2018

A defesa dos centros de decisão nacional (21) - Agora chegou a vez dos palacetes

[Continuação de (1), (2), (3), (4), (5), (6), (7),  (8), (9), (10), (11), (12), (13), (14), (15), (16), (17), (18), (19) e (20)]

Recordemos os inúmeros manifestos pela defesa dos centros de decisão nacional, alguns deles assinados por empresários que passado algum tempo venderam a estrangeiros as suas empresas. Recordemos também que esta necessidade de vender o país aos retalhos surge pelo endividamento gigantesco de públicos e privados e pela consequente descapitalização da economia portuguesa, consequência de décadas a viver acima das posses.




Vendidas as empresas, resta-nos os palacetes. No próximo resgate irão as pratas.

1 comentário:

Ricardo Amaral disse...

Já agora vendam também(aka privatização)certas repartições do estado que não conseguem responder às necessidades(por exemplo; a vergonha que se passa com IRN/cartão de cidadão).Obviamente que estou a ser sarcástico(pois aqueles partidos "progressistas" que apoiam o actual arranjo des-governativo não vão deixar que tal aconteça).