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07/09/2017

CASE STUDY: Perguntas politicamente incorrectas podem ter respostas politicamente incorrectas (2)

As perguntas são como as cerejas. Depois destas perguntas (politicamente incorrectas) e destas tentativas de respostas (politicamente incorrectas), surgem outras perguntas: porquê os negros, além de mais pobres, são mais vítimas de assassinatos?

Quão mais? Em cinquenta grandes cidades americanas a taxa de assassinatos dos negros voltou a aumentar significativamente nos últimos anos, é quatro vezes maior do que a taxa média da população dessas cidades e oito vezes maior do que a média nacional americana.

Fonte
Porquê o aumento? Há quem o explique como consequência do "efeito Ferguson" em resposta ao assassinato de Michael Brown pela polícia de Ferguson, Missouri, em 2014, potenciado pela morte de Freddie Gray pela polícia de Baltimore em 2015; efeito que teria levado as polícias a uma atitude mais passiva potenciando a criminalidade. Contudo, se esse efeito é visível nessas cidades, no resto do país não há evidência.

Em qualquer caso, porquê uma taxa de assassinatos entre os negros tão mais elevada? E porquê continua a aumentar? Em 1980 os negros representavam 56% das vítimas de assassinato e em 2015 já eram 68%. Um factor importante é a violência dos gangues de jovens negros ligados à droga. E porque não de jovens brancos ou asiáticos?

O que fazer? Não sei. Sei o que não fazer: não aplicar as receitas de engenharia social baseada em ciências ocultas e na vulgata do politicamente correcto.

2 comentários:

Anónimo disse...

De novo — não cansa, nem nunca cansará — agradecer os alertas, os dados.

pvnam disse...

DEMOGRAFIA E SEPARATISMO
(manifesto em divulgação, ajuda a divulgar)
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-» Todos Diferentes, Todos Iguais... ou seja, todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta -» inclusive as de rendimento demográfico mais baixo, inclusive as economicamente menos rentáveis.
-» Os 'globalization-lovers', UE-lovers e afins, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
---» blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/.
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Nota: Os Separatistas-50-50 não são fundamentalistas: leia-se, para os separatistas-50-50 devem ser considerados nativos todas as pessoas que valorizam mais a sua condição 'nativo', do que a sua condição 'globalization-lover'.
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Anexo 1:
AS COMUNIDADES NATIVAS PENDURAS-BADALHOCAS QUE TENHAM CALMA: podem continuar a sua actividade badalhoca nos espaços (50%) de 'globalization-lovers'.
Exemplo: na Europa existem muitas comunidades nativas que não trabalham para a sustentabilidade da sociedade (média de 2.1 filhos por mulher)... e que se 'penduram' na boa produção demográfica de outros [e mais, os pendura-badalhocos ao mesmo tempo que são contra a repressão dos Direitos das mulheres, em simultâneo, são uns lambe-botas da boa produção demográfica daqueles que tratam as mulheres como 'úteros ambulantes' - exemplo: islâmicos]
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Anexo 2:
SEPARATISMO O QUANTO ANTES!
--» Têm-se de 'cortar' (leia-se separatismo), o quanto antes, com os mercenários ao serviço da alta finança (capital global): ELES PRETENDEM VENDER O MÁXIMO QUE PUDEREM!...
Muitos países estão sendo vendidos às multinacionais: analisando a evolução estatística, em muitos países vê-se o óbvio -» a propriedade pública e a propriedade privada tradicional estão a desaparecer, em oposição, a propriedade das multinacionais (capital sem rosto) está a crescer avassaladoramente.
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Anexo 3
OBRIGADO DONALD TRUMP.
--» Donald Trump colocou os hipócritas hitlerianos anti-racistas a espernear!
Existem dois tipos de hipócritas hitlerianos anti-racistas:
i) aqueles com a ambição de serem «donos disto tudo» (eles possuem uma elevada taxa demográfica);
ii) os mercenários ao serviço da alta finança, - a alta finança, capital global, ambiciona terraplanar as Identidades, dividir/dissolver as Nações para reinar...
--» Os hipócritas hitlerianos anti-racistas: não suportam a existência de outros ---» eles são intolerantes para com os povos autóctones (economicamente pouco rentáveis) que procuram sobreviver pacatamente, e ao seu ritmo, no planeta.
[nota: nazi não é ser alto e louro, blá, blá... mas sim, a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros]
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Na sua cegueira anti-Trump (ele tocou no tema-tabu -» fronteiras), o jornalismo cão-de-fila da alta finança (hipócritas hitlerianos anti-racistas) chegou ao ponto de andar a evocar a imigração para a América... quer dizer, ao mesmo tempo que o jornalismo cão-de-fila anda por aí a acusar povos de deixarem 'pegada ecológica' no planeta, em simultâneo, eles revelam um COMPLETO DESPREZO pelo holocausto massivo cometido sobre povos nativos na América do Norte, na América do Sul, na Austrália, que (apesar de serem economicamente pouco rentáveis) tiveram o «desplante»... de quererem ter o SEU espaço no planeta, de querem sobreviver pacatamente no planeta, de quererem prosperar ao seu ritmo.
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P.S.
-» Democracia sim, todavia, há que mobilizar aquela minoria de autóctones que se interessa pela sobrevivência da sua Identidade... para dizer NÃO ao nazismo-democrático, leia-se: é preciso dizer não àqueles que pretendem democraticamente determinar o Direito (ou não) à Sobrevivência de outros.
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P.S.2.
-» Imagine-se manifestações (pró-Direito à Sobrevivência) na Europa, na América do Norte (Índios nativos), na América do Sul (Índios da Amazónia), na Ásia (Tibetanos), na Austrália (Aborígenes), ETC... manifestações essas envolvendo, lado a lado, participantes dos diversos continentes do planeta... tais manifestações teriam um impacto global muito forte.