Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)

13/09/2017

ACREDITE SE QUISER: Afinal era só um problema de falta de formação

Já sabíamos que o ministro da Defesa não sabe se alguém entrou em Tancos e no limite, pode não ter havido furto.

Ficámos agora a saber que «as avaliações pedidas pelo ministro da Defesa à segurança das instalações militares recomendam o aperfeiçoamento da formação e treino do pessoal dedicado à guarda do material militar, partilha de informação e normas comuns aos ramos. Essas avaliações foram pedidas na sequência do (alegado) assalto aos Paióis Nacionais de Tancos, em junho, que resultaram no desaparecimento de granadas, explosivos e outro armamento. Esta semana, o ministro admitiu que possa nunca ter havido um furto.»

«Está-se mesmo a ver que os rapazes precisam de umas aulas para guardar o armazém»
De onde podemos concluir que a (alegada) tropa que o Estado Sucial nos cobra para defender o (alegado) país vai precisar antes disso de umas aulas e, em qualquer caso, se tiver (alegadamente) de combater será só nas horas de expediente.

2 comentários:

Anónimo disse...

Lembrei-me de Raúl Solnado e a exceptional rábula da «Minha ida à guerra».
São rosas. Senhor.
São rábulas. Senhor.

Adolfo disse...

A tropa está a precisar de aulas de Matemática para saber contar, somar e subtrair. Não houve roubo algum, as contas é que não batem certo!