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10/03/2010

Magalhães é filho de pai incógnito?

O laptop ClassMate da Intel, baptizado de Magalhães pela propaganda socrática, já foi alvo do interesse do (Im)pertinências várias vezes:
Uma passagem rápida por aqueles posts e respectivos links permite confirmar que a paternidade do Magalhães pertence ao governo Sócrates I. Passados menos de 2 anos, o pai recusa a paternidade. [Entre as várias operações de branqueamento das pistas, a central de manipulação apagou o comunicado do governo aqui citado, onde a paternidade era assumida, e no seu lugar aparece o aviso: «A página solicitada não existe ou não pode ser visualizada».]

À medida que iam passando pela comissão parlamentar de inquérito, os putativos pais foram recusando a paternidade. Primeiro Mário Lino, ex-ministro do pelouro, passou-a para os operadores. A seguir Zorrinho, o coordenador do plano tecnológico à época, fez o mesmo, mas meteu os pés pelas mãos quando explicou que os requisitos do computador foram definidos por uma equipa por si coordenada com representantes de vários ministérios. Muito convenientemente, das reuniões da equipa e das suas recomendações não existem actas.

Finalmente, quem será o pai pródigo? Felizmente existem provas fotográficas da época em que o pai ainda não tinha renegado o filho.

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