Este post faz parte da série De volta à Covid-19. Colocando a ameaça em perspectiva.
Qualquer pessoa com um módico de cultura geral desconfia que a narrativa da vacina contra o SARS-Cov2 impossibilitar a infecção pelo mesmo vírus e, em consequência, impedir a transmissão a outras pessoas, é uma treta. De facto, o efeito das vacinas não é impedir a infecção é reforçar a resposta do sistema imunitário ao vírus e assim minimizar as consequências da infecção.
E os dados disponíveis aí estão para desmontar a treta:
- Em Portugal cerca de 16 mil pessoas com a vacinação completa foram infectadas (fonte);
- Um estudo da universidade de Oxford mostra os adultos vacinadas infectados com a variante Delta podem ter uma carga viral tão elevada como os não vacinados (fonte);
- Duas equipas científicas holandesas concluem que as pessoas vacinadas podem infectar outras pessoas embora com menor probabilidade e gravidade (fonte).
Em conclusão,
«Ao não prevenirem a infeção, estas vacinas não previnem a transmissão e, por isso, não distinguem vacinados de não vacinados no risco de transmissão da doença, se bem que nestes possa haver alguma atenuação devido à redução da carga viral, Contradizendo argumentos de peritos e autoridades de saúde que procuram justificar a extensão da vacinação às crianças e adultos jovens sem comorbilidades como estratégia de proteção dos indivíduos de risco (quase todos vacinados), estas vacinas também não produzem imunidade de grupo.»
pode ler-se neste artigo do Expresso com uma explicação médica em linguagem acessível.