Enquanto a SOS Racismo, sucursal do Bloco de Esquerda dedicada a açular o racismo, aproveitando a morte do cabo-verdiano assassinado em Bragança, mais se adensa a cortina de fumaça sobre quem são os assassinos.
Apesar daquela sucursal referir «15 homens armados com cintos, ferros e paus» - podia ser um grupo, ou uma dezena ou uma dúzia, mas não, são exactamente 15 -, a identidade dos responsáveis permanece um misterioso mistério, e por isso os "activistas", não podendo agitar as bandeiras do costume e promover uma manif de indignação contra o racismo, o fascismo, o nazismo, o supremacismo, promovem uma homenagem ao jovem Luís Giovani.
Para as brigadas da esquerdalhada umas vezes é mais importante quem mata, noutras, como neste caso, o importante é quem é morto.