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23/04/2005

AVALIAÇÃO CONTÍNUA: beija-mão e lava-pés

Secção Entradas de leão e saídas de sendeiro
A acreditar na última página do Expresso, que merece mais crédito do que a primeira, que costuma ser desmentida na semana seguinte, o doutor Freitas não vai a Washington só ao beija-mão. Vai também ao lava-pés.

Na audiência que a ajudante de George W. Hitler lhe concedeu em Vilnius, um doutor Freitas grato por finalmente merecer alguma atenção do pessoal da Casa Branca, inventou um convite para Condy vir fazer «repouso» a Portugal. Até aqui nada de especialmente relevante, apenas genuflexões avulsas.

Grave foi o doutor Freitas se propor «estudar uma solução constitucional que permita a extradição de cidadãos de Portugal para os EUA, interdita desde 1908», pela existência da pena de morte.

Estamos perante mais um exemplo de que o doutor Freitas não se rege por princípios, mas por considerações. Por considerações que ele acredita que o seu pesado ego deve merecer.

É por isso que, no curto espaço de um mês, o Impertinências lhe atribui, outra vez, 5 ignóbeis e 5 bourbons.

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