Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)

03/12/2021

Quem anda à chuva molha-se, a menos que tenha um chapéu de chuva

Incidência de VIH em Lisboa é quase o “triplo da média europeia”

A incidência da infeção por VIH em Lisboa é de “quase 50 pessoas por 100 mil habitantes por ano, um valor cinco vezes superior à média portuguesa, que já é entre o dobro e o triplo da média europeia”, alerta o presidente do GAT – Grupo Ativistas em Tratamentos.»

É um facto perfeitamente estabelecido que a transmissão do VIH se faz principalmente por via do sexo com um individuo infectado ou do uso de seringas infectadas para injectar drogas, pelo que os grupos de risco são gays e indivíduos dependentes de drogas injectáveis. É claro que os indivíduos heterossexuais também contraem VIH mas numa percentagem muito inferior à dos gays, que é mais elevada por várias razões comportamentais conhecidas.

Já agora e entre parêntesis registe-se o absurdo da comunidade gay, chamemos-lhe assim, considerar que tem um direito de doar sangue que, com uma probabilidade muito mais elevada do que nos heterossexuais, pode estar infectado com VHI, ao mesmo tempo que desconsidera o direito de um receptor não ser colocado desnecessariamente em risco de infecção.

Voltando à incidência de VIH em Lisboa, que o título da notícia diz ser quase o triplo da média europeia mas que do texto resulta ser 10 e 15 vezes superior à média europeia, temos de concluir que explicação mais plausível é Lisboa se ter tornado uma espécie de capital gay.

3 comentários:

Anónimo disse...

Uma das formas de transmissão da doença, é a prostituição. Os arredores de Lisboa já não se distinguem de algumas cidades africanas.

Anónimo disse...

No milénio passado, quando era chique dar sangue, apareciam muitos universitários voluntários no Instituto Nacional de Sangue.
As preparadoras que colhiam o sangue comentavam:
"Este tem um piquinho a azedo" e não falhavam na homossexualidade.

Em lisboa também houve, há una anos, uma epidemia (em homens) de hepatite A (doença que se transmite pelo aparelho digestivo) e também detectada pelo mesmo INS. Eram todos panilas.
Ça sufit?

Afonso de Portugal disse...

É curioso: o artigo original fala várias vezes na prevalência do HIV na comunidade imigrante, mas o pertinente optou por omitir essa informalão nesta sua posta. Por que terá sido?....