Enquanto esteve acordado na COP26 em Glasgow, Biden fez prelecções sobre as mudanças climáticas à China e à Rússia que nem o Imperador Xi nem o Czar Vladimir se dignaram presenciar. Enquanto isso o candidato que apoiou fortemente perdia a eleição para governador da Virgínia, um Estado tradicionalmente democrata. A retirada do Afeganistão foi um desastre sem apelo e enquanto a China ameaçava Taiwan a administração Biden anunciava eufórica a nomeação do primeiro almirante de quatro-estrelas transgénero.
Lá em casa o programa de vacinação está a patinar e o número diário de mortes aumentou, o seu projecto de investimento maciço em infraestruturas, que será financiado com um aumento sem paralelo de impostos, continua a aguardar aprovação do Congresso e as suas medidas para impedir a entrada ilegal de imigrantes não se distinguem das de Trump.
As coisas não parecem correr bem a um Biden com quase 80 anos, dois aneurismas cerebrais e uma senilidade cada vez mais difícil de esconder. Biden que foi o presidente eleito com maior número de votos da história americana é hoje um dos presidentes mais impopulares.
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| Rasmussem Reports |
Por esta altura a taxa de aprovação de Biden é inferior à de Donald Trump na mesma altura. A vice-presidente Kamala Harris, apoiada por progressistas e adeptos da cancel culture, rivaliza com Biden nos disparates e, por inacreditável que pareça, é a responsável directa pelas medidas de imigração que ela e os seus apoiantes demonizaram.
