Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)

17/07/2018

O dilema de um berloquista

Sábado passado, um par de pessoas do sexo masculino pertencente à minoria LGBTQQIAAP, que se beijava na boca no Alma Shopping em Coimbra, foi brutalmente agredido aos gritos de «paneleiros» por membros de uma relação poliamorosa da minoria Roma, a que os agredidos chamaram «família de ciganos» (fonte).

Imagino o sofrimento de um berloquista ou de outro membro da seita do marxismo cultural ou do politicamente correcto, que julgo comparável ao dilema de um conservacionista militante ao ver um Lince da serra da Malcata (Lynx pardinus) a comer um Rato-do-campo-de-rabo-curto (Microtus lusitanicu).

1 comentário:

Miguel Santos disse...

Se tivessem sido agredidos por outro tipo de pessoas, por exemplo, membros do PNR, não faltariam rótulos. Assim como são ciganos muita da imprensa abstém-se de o referir porque segundo a doutrina do politicamente correto é um incitamento ao ódio.