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22/06/2017

Por vezes o declínio é mesmo o declínio, dizem eles. E o que diremos nós?

Não é só a nossa classe política que se vem degradando. Leia-se aqui o que escreve o jornalismo inglês de referência (não, não é de reverência) sobre a classe política deles e em particular sobre os seus líderes:

«IT HAS been impossible to watch the general election without being haunted by a single question-cum-exclamation: surely Britain can do better than this? The best performer in the campaign, Jeremy Corbyn, the Labour leader, is a 68-year-old crypto-communist who has never run anything except his own mouth. Theresa May, the Tory leader, tried to make the election all about herself and then demonstrated that there wasn’t much of a self to make it about. As for Tim Farron, the Liberal Democrats’ leader, he looked more like a schoolboy playing the part of a politician in an end-of-term play than a potential prime minister.

(...)

Yet sometimes decline really is decline. Both Mrs May and Mr Corbyn want to extend the already considerable powers of the government, Mr Corbyn massively so. And both promise to lead Britain out of the European Union, a fiendishly complicated operation. Unfortunately, both candidates have demonstrated that they are the flawed captains of flawed teams. Mrs May broke the first rule of politics: don’t kick your most faithful voters in the teeth for no reason. Mr Corbyn has stood out in part because his team is so mediocre. Diane Abbott, his shadow home secretary, stepped down the day before the election citing ill health, after a succession of disastrous interviews.»

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