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Aparte as particularidades domésticas, os casos de Rendeiro & Loureiro, no que respeita ao trânsito do Olimpo mediático para o reino de Hades da comunicação social, são relativamente vulgares no mundo dos negócios da política e da política dos negócios. O que nos distingue é mais a pequenez dos casos, a sanha invejosa e a ausência de consequências penais, quando estão em causa comportamentos ilícitos, substituídas pela condenação na praça pública.
A Sonancom e a Zon não sabem se querem, a Caixa, um dos maiores accionistas da Zon, não diz que sim nem que não, a autoridade de regulação está muda, mas o «Governo não quer fusão da Sonaecom com a TV Cabo».
"Nunca vi um pessimista criar um único posto de trabalho" disse ontem Sócrates, na sua encarnação de secretário-geral, durante um jantar-comício (suponho nestes eventos se forneça alimento para o corpo e para o espírito).
O «voto de louvor e confiança» ao «bom senso e rigor» de João Rendeiro há um ano proposto por Pinto Balsemão, Saviotti e Vaz Guedes (certamente aprovado por unanimidade e aclamação) transformou-se ontem num voto de desconfiança.