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Supreme Court Backs Catholic Agency in Case on Gay Rights and Foster Care
The unanimous ruling was further evidence that claims of religious liberty almost always prevail in the current court.
Decisão unânime, repare-se. O Juiz John Roberts escreveu:
«it is plain that the city's [of Philadelphia] actions have burdened CSS's [Catholic Social Services] exercise by putting it to the choice of curtailing its mission or approving relationships inconsistent with its beliefs».
«Se essa proteção se assegura de forma a implicar uma alteração de comportamentos administrativos, então mudem-se os comportamentos administrativos; se é um problema de lei, porque está desatualizada, então repense-se e altere-se a lei; se é um problema de aplicação concreta da lei, então que não se adotem esses comportamentos» (fonte)
«Sometimes the most spirited thing you can do with despotic laws like this is to ignore them. I think that if government persists long enough with locking people down, depending on the severity of the lockdown, civil disobedience is likely to be the result. It will be discrete civil disobedience int the classic English way. I don’t think that we are likely to go onto the streets waving banners. I think we will just calmly decide that we are not going to pay any attention to this. There are some things you have to pay attention to: you can’t go to a shop if it’s closed. On the other hand, you can invite friends round for a drink, whatever Mr. Hancock says. People are doing that so some extent already. […]
I feel sad that we have the kind of laws which public-spirited may need to break and I think that is unfortunate. But I have always taken a line on this. Which is probably different from that of most of my former colleagues [at the Supreme Court]. I do not believe that there is a moral obligation to obey the law. There is clearly a legal obligation that is tautologous. An I also think that you cannot complain if you break the law and are punished. But is there a moral obligation to do so as well? In my view there is no moral obligation to obey the law, simply because it is the law. You have to have a high degree of respect. Both for the object that the law is trying to achieve and for the way that I’s being achieved. And also I think for how the law has been made. Some laws invite breach. I think this is one of them. [… ] No, you wouldn’t see me doing that [leading a resistance movement] because I just don’t believe int that kind of political manifestation. What you will see people spontaneously doing is simply quietly ignoring the law. And I think that is in a sense how if one is going to have people ignoring the law, it should happen. I don’t think a great public issue should be made of it. I think that it should simply be understood that nobody respects the law enough to want to comply with it and that is one of the most effective ways of ensuring that the law is changed. [ ... ]
I will conclude that some of the fears that I have always had about the way that mass democracy works have proved to true in concrete detail, and sooner than I have expected. I will have learnt the enormous power of governments to influence opinion by promoting fear in a technical area, which many people could understand by in practice don't. And those are dismaying lesson I would want to learn from them about how we repair thing in the future. And my first proposal is that governments should not treat information as a tool for manipulating public behaviour. They should be calmer than the majority of their citizen, they should be completely objective. My second lesson would be that government dealing with scientific issues should not allow themselves to be influenced by a single caucus of scientists. They should always test what they are being told in a way that, for instance, judges test expert opinion by producing a counter expert, and working out which set of views stacks up best, those would be the two most specific lessons that I would derive from the particular way in chich thing have gone during the epidemic.»
Lord Sumption, Juiz jubilado do Supremo Tribunal britânico entrevistado pela revista digital UnHerd
O Dr. Pedro Nuno Santos há 10 anos durante o resgate pela troika, tornado necessário pela governação irresponsável do seu partido que deixou o país na bancarrota:
«Estou marimbando-me para os bancos alemães que nos emprestaram dinheiro nas condições em que nos emprestaram. Estou marimbando-me que nos chamem irresponsáveis. Nós temos uma bomba atómica que podemos usar na cara dos alemães e dos franceses. Ou os senhores se põem finos ou nós não pagamos a dívida” e se o fizermos “as pernas dos banqueiros alemães até tremem”». (fonte)
O mesmo Dr. Pedro Nuno Santos, numa outra encarnação, ontem em Faro falando da TAP, uma empresa falida nacionalizada por sua iniciativa, que ele gere pelo telefone:
«A situação é crítica e complexa, é demasiado difícil de gerir e era importante que todos nas suas funções tivessem o recato e a sensibilidade para a situação que muitos estão a viver.» (fonte)
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| ECDC |
Já foi anunciado o início da vacinação dos escalões abaixo dos 40 anos, contudo, como se vê no diagrama da ECDC, nem todos os +80 estão vacinados e nos conjunto dos dois escalões seguintes de maior risco apenas metade está completamente vacinada.
Em consequência, não estão atingido os dois seguintes objectivos:
E o que fazem o Dr. Medina e o seu padrinho Dr. Costa? Ambos lavam as mãos.
O Dr Medina leva a desvergonha ao limite comparando em entrevista à RTP a manif contra o regime putinesco com a manif de estudantes contra o governo de Cavaco Silva em que participou na adolescência e desencava uma manobra de diversão para estúpidos promovendo uma inauguração do Parque Gonçalo Ribeiro Telles que só estará pronto no próximo ano.
O Dr. Costa faz-se de morto durante vários dias e tenta matar o assunto com um «não vejo como possa haver responsabilidade política de algo que não passa do balcão da Câmara de Lisboa», declaração que seria comparável ao professor Marcelo Caetano, questionado sobre as informações sobre cidadãos portugueses arquivadas na Rua António Maria Cardoso, responder «não vejo como possa haver responsabilidade política de algo que não passa dos arquivos da DGS».
Esclarecendo a dúvida anterior
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| Expresso |
«We must therefore return to monetary and fiscal normality. The burden of public debt must be reduced. Otherwise, there is a danger that the Covid-19 pandemic will be followed by a “debt pandemic”, with dire economic consequences for Europe. With their ageing populations, EU countries will struggle to match the US and China in productivity and competitiveness if they allow excessive debt to jeopardise their financial flexibility. Thus, all eurozone members must engage in efforts to return to stricter budgetary discipline.
Experience shows that balanced budgets in countries with high levels of debt are almost unattainable without external pressure. Left to their own devices, members of a confederation of states are likely to succumb to the temptation of incurring debt at the expense of the community.»É claro que os veículos eléctricos têm impacto ambiental, desde logo porque a fabricação de baterias é um processo com elevado impacto e a produção de uma parte importante da electricidade que usam tem igualmente impacto ambiental, em certos casos muito significativo, no caso da Alemanha que fechou as suas centrais nucleares e passou a usar mais intensamente as centrais a carvão.
Contudo, o impacto ambiental menos óbvio é o do fim da vida dos veículos eléctricos. Diferentemente dos veículos com motores de explosão, dos quais se consegue reciclar até 95%, em parte porque são compostos por 70% de metais ferrosos para os quais existem processos maduros de reciclagem, os veículos eléctricos contêm uma muito maior variedade de materiais e muitos componentes eléctricos difíceis de reciclar, como as baterias de íon-lítio que são inflamáveis.
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| Economist |
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| Observador |
«Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.»
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| WSJ |
Quanto se olha com atenção este e este quadros publicados pelo Eurostat com dados da UE sobre a idade média dos jovens quando abandonam o aconchego do lar materno e a percentagem de jovens adultos que vivem com os pais, é visível uma correlação negativa significativa entre esses dados e o nível de desenvolvimento económico medido pelo PIB per capita PPC.
Vejamos o caso de Portugal: com 30,0 anos, mais 3,5 anos do que a média UE27, é o quinto país na idade média de saída de casa dos pais e com 81,2%, mais 11,4 pp do que a média UE27, é o sexto país na percentagem de jovens com 18-34 anos que permanecem em casa.
Não certamente por acaso, os outros países com valores mais elevados do que Portugal num ou nos dois indicadores são Croácia, Itália, Grécia, Eslováquia, Espanha, Malta, a maioria da Europa do Sul, com PIB per capita PPC abaixo da média UE27 e quase todos com uma cultura de tendência colectivista e o respectivo cortejo de consequências: compadrio, nepotismo, corrupção.
É claro que colocar as coisas assim é simplificar, sobretudo no caso de Itália que, apesar do declínio duas últimas décadas, ainda apresenta um PIB per capita de 96% da média UE27. Mas a Itália são duas Itálias, a do Norte e a do Sul que está próxima do pelotão português.
Talvez possamos concluir que aqueles dois indicadores são apenas proxies do colectivismo que cultiva a dependência do grupo e do Estado, por oposição ao individualismo característico das sociedades liberais que proporcionam ambientes mais favoráveis à iniciativa, ao empreendedorismo e, em consequência, ao desenvolvimento económico e social.
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| ECDC |