Em Julho do ano passado Elon Musk anunciou a intenção de comprar o Twitter e foi obrigado a comprá-lo em Outubro por um valor superior ao seu valor de mercado. Desde então os seus constantes disparates e ziguezagues estratégicos, o despedimento de 80% do pessoal fizeram o "X" (o novo nome do Twitter) perder não só utilizadores como anunciantes. Aos anunciantes, caso pretendessem pressioná-lo, disse-lhes «go fuck yourself».
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De modo que, como mostram os dois gráficos acima, o futuro do X é uma incógnita. Não me parece caso para ficarmos preocupados, sobretudo os que, como nós aqui no (Im)pertinências, não usam esta ferramenta muito mais apropriada (e usada principalmente) para debitar apelos, exortações, palavras de ordem ou quaisquer sound bites que caibam em 280 caracteres, facilmente suficientes para excitar a amígdala mas dificilmente para activarem o lóbulo frontal.