Os estrangeiros residentes são apenas cerca de 800 mil, isto é cerca de 7,6% dos 10,5 milhões de residentes. No entanto, do total de cerca de 190 mil matrículas no ano lectivo que agora começou, no ensino pré-escolar e 1º ciclo cerca de 30 mil ou 16% são de crianças estrangeiras, das quais as 10 nacionalidades mais representativas são:
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Por muito que isso exacerbe o nacionalismo paranóico, o certo é que estas crianças contribuem para retardar o envelhecimento inexorável e os pais delas contribuem para completar uma mão-de-obra com uma pletora de graduados em generalidades, com pouca iniciativa e fracas qualificações profissionais, e fazem o que tem de ser feito e que os nacionais não estão disponíveis para fazer.
É claro que reconhecer a necessidade da imigração não significa preconizar a imigração irrestrita, nem mesmo avalizar a irresponsabilidade dos governos socialistas. As instituições devem ser capazes de definir regras de admissão e integração dos imigrantes que reúnam o suporte maioritário dos residentes, que são afinal os anfitriões, regras que não podem ser as ditadas por lunatismos extremistas opostos que se alimentam reciprocamente e representam uma pequena minoria dos eleitores, nem por demagogos que manipulam os preconceitos tribais em seu benefício.
