Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)
The Second Coming: «The best lack all conviction, while the worst; Are full of passionate intensity» (W. B. Yeats)

12/09/2004

TRIVIALIDADES: O Expresso é uma nação.

Segundo a Eurosondagem, citada pelo Expresso (desta vez não é o manómetro), o doutor Santana Lopes é o líder partidário menos popular.
O doutor Lopes, agora também ele no Brasil (acompanhado pela doutora Clara?), justamente afligido com o infortúnio, está já a tratar do caso com a prioridade que ele exige. Ainda segundo o inefável semanário, o doutor Lopes foi visto a almoçar com o mago da manipulação de mentes doutor Nisan Guanais que, diz-se, poderá vir a aplicar-lhe a sua medicina já nas próximas eleições.
Quem precisará duma dose reforçada da medicina do doutor Nisan é o doutor Paulo Portas, que continua esforçadamente a alvejar os pés com as suas declarações passionais a propósito do Bote do Desmancho. O cartunista António dedica-lhe, na 1ª página daquele semanário, um pouco subtil boneco, associando o doutor Portas ao filme «Querelle» de Fassbinder que, como se sabe, conta a estória dum marujo que perde aos dados só para ter a oportunidade de se exercitar como paneleiro.

[O doutor Portas segundo o cartunista António]
Depois venham-me dizer que o Impertinências é homofóbico.

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