O Adamastor, o supercarro português petit nom Furia, pretende circular na estrada e «acelerar a 300 km/h para as Arábias e correr nas 24h de Le Mans». Duvidando por regra da megalomania lusitana compensatória do complexo de Eduardo Lourenço e da viabilidade de produzir o protótipo com €17 milhões, questionei há dois anos o ChatGPT e a resposta confirmou o meu cepticismo.
Como agora foi anunciada a fase de testes na estrada, voltei a questionar desta vez o Use.AI que apresentou as seguintes estimativas que não dissiparam o meu cepticismo:
- Le Mans-level homologation: realistically $25–30M+ total.
- Chances of full recovery: modest (~20–40%) unless you achieve strong branding or external investment.
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A sort of Disclaimer:
Por causa da minha obsessão, digamos assim, de desfazer estes equívocos das supostas realizações grandiosas dos nacionais, já fui aconselhado a consultar um psiquiatra e até me insultaram. No entanto, ninguém me deu a oportunidade de explicar que o meu propósito não é denegrir a alma lusitana, o meu propósito quixotesto, concedo, é contribuir modestamente para os naturais do Portugal dos Pequeninos se livraram da megalomania envergonhada do complexo de Eduardo Lourenço, trocando as fantasias irrrealistas e o pensamento milagroso pelos propósitos ambiciosos, mas realizáveis. Propósito que, admito, pode ser uma manifestação de megalomania envergonhada.

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