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We find immigrants represent 16 percent of all US inventors, but produced 23 percent of total innovation output, as measured by number of patents, patent citations, and the economic value of these patents. Immigrant inventors are more likely to rely on foreign technologies, to collaborate with foreign inventors, and to be cited in foreign markets, thus contributing to the importation and diffusion of ideas across borders. Using an identification strategy that exploits premature inventor deaths, we find that immigrant inventors create especially strong positive externalities on the innovation production of their collaborators, while natives have a much weaker impact. A simple decomposition illustrates that immigrants are responsible for 36% of aggregate innovation, two-thirds of which is due to their innovation externalities on their native-born collaborators.»
The Contribution of High-Skilled Immigrants to Innovation in the United States, Shai Bernstein et al.
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If Robert Merton had written his paper "The Unanticipated Consequences of Purposive Social Action" (1936) in the third decade of the 21st century, MAGA's immigration policies would have played a central role in his research.
8 comentários:
E quantos destes imigrantes inventores é que eram ilegais? É realmente uma pena que o Doutor Bernstein (apelido judeu, já agora) não nos diga. É que o Doutor Bernstein talvez não saiba, mas o Presidente Trump não quer deportar imigrantes legais. É só um "pormenorzito" que faz toda a diferença nesta conversa...
A outra falácia que devia ser óbvia para qualquer pessoa com dois dedos de testa é que os "high-skilled immigrants" são contratados precisamente por serem "high-skilled". E, concomitantemente, é expectável que eles tragam consigo competências que os nacionais não têm.
Nada disto, evidentemente, põe em causa o America for Americans. Pelo contrário, toda a gente minimamente honesta percebe que o que está em causa é sobretudo a "low-skilled immigration" e sobretudo a "low-skilled immigration" que entra ilegalmente nos EUA.
Uma última nota: fui ver o relatório do Prof. Bernstein. Em 68 páginas, a palavra "European" não aparece uma única vez, tal como não aparecem as palavras "Asian" e "African". Ou seja, o Prof. Bernstein tratou toda a imigração como uma única entidade, quando, com grandessíssima probabilidade, os imigrantes de origem europeia dominam as estatísticas.
É "nisto" que Harvard se tornou... ideologia travestida de ciência!
Por que não ter a humildade de " começar pelo princípio" , aqueles estreitos treze estados? WASP e visceralmente anti-europeus...
Tudo o resto dimana daí...
WASP e visceralmente anti-europeus é uma contradição em termos.
Quem é anti-europeu é precisamente quem quer encher os EUA de africanos, asiáticos e sul-americanos, isso sim.
Afonso de Portugal, grande parte dos imigrantes de altas qualificações nos EUA não são europeus mas sim asiáticos (sobretudo oriundos da China e da Índia). Isto já assim é há vários decénios.
(Recentemente assisti a uma palestra dada por um professor de Harvard, branco, na área da ciência dos materiais. Ele referia dezenas de colaboradores dele. À vontade metade deles tinham nomes chineses,)
Isso é verdade no caso da "high-skilled immigration" em si, a esmagadora maioria dos "high-skilled immigrants" são, de facto, asiáticos.
Mas no caso das patentes/invenções? Tenho sérias dúvidas.
Este relatório de 2012 (Figura 2) diz que a maioria dos inventores vinha da Europa (26%). A Índia e a China somadas (20%+15%) contribuíam menos do que o Velho Continente. A coisa só muda se incluirmos a Rússia como Ásia.
https://www.uspto.gov/sites/default/files/documents/oce-dh-immigrant-inventor.pdf
É evidente que isto pode ter mudado entretanto e os asiáticos já representarem a maior parte dos inventores estrangeiros nos EUA. Mas mesmo assim, seria preciso saber se a contribuição é qualitativa e não apenas quantitativa.
Na minha área de trabalho, o que mais abunda são artigos de "cientistas" asiáticos. 90% desses artigos são pouco mais do que lixo e, se calhar, eu estou a ser generoso.
Aliás, se a qualidade desses profissionais fosse assim tão boa, os países deles não seriam o atraso de vida que (ainda) são.
A DITADURA DOS NAZIS-/B
[os bandalhos são uns vendidos aos nazis que querem o mundo só para eles]
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DUAS COISAS QUE NUNCA VEREMOS UM BANDALHO FAZER:
I ---> falar em trabalhar para a sustentabilidade:
1-Discutir a sustentabilidade demográfica {isto é: discutir a valorização social de quem possui disponibilidade emocional para criar/educar crianças};
2-Discutir a sustentabilidade económica {isto é: discutir a valorização social (sim! mas sem igualitarismos!...) de todos os trabalhos necessários à sociedade (incluindo a mão-de-obra servil)}
II ---> falar em respeitar o Direito à Liberdade: sim, os bandalhos possuem um discurso de ódio para com os autóctones que reivindicam a Liberdade de ter o seu espaço, explorar as suas riquezas naturais, prosperar ao seu ritmo.
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A DITADURA DOS NAZIS-/B
(nazis em conluio com bandalhos)
---> Nazis que querem o mundo só para eles: milhares de milhões possuem imensos ao seu jeito... perante a existência de meia-dúzia que reivindica a liberdade de ter o SEU espaço... estes nazis (em conluio com os bandalhos) vociferam:
- " racistas, xenófobos; devem ser erradicados do planeta".
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BANDALHOS -500: o seu discurso está perfeitamente identificado há cinco séculos:
- não gostam de falar em trabalhar para a sustentabilidade...
- projectam a existência de outros como fornecedores de abundância de mão-de-obra servil;
- estão em conluio com os negócios dos 'construtores de caravelas': negócios de roubo&pilhagem... e... negócios de substituição populacional... é a 'LÓGICA': autóctones que reivindicam a liberdade de ter o seu espaço, (explorar as suas riquezas naturais, prosperar ao seu ritmo) devem ser alvo de extermínio e/ou alvo de substituição populacional.
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SEPARATISMO-50-50!!!
--->>> Sim: a História não começou há 500 anos!!!
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