Continuação de (1)
Passe a publicidade (por uma boa causa), o novo livro de Nuno Palma «O Vício dos Fundos Europeus», mais «Uma obra de demolição de alguns dos mitos mais populares no Portugal dos Pequeninos», já poderá ser encomendado aqui.Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos
de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista)
The Second Coming: «The best lack all conviction, while the worst; Are full of passionate intensity» (W. B. Yeats)
05/06/2026
13/05/2026
SERVIÇO PÚBLICO: Desfazendo o mito do efeito milagroso dos fundos europeus
«... os fundos europeus, longe de promoverem convergência, funcionam como uma «pílula envenenada» para países receptores, incluindo Portugal. Estas transferências sustentam um Estado ineficiente, alimentam clientelismo político, e distorcem a alocação de recursos para sectores não-transacionáveis. Ao reduzirem a pressão para reformas estruturais, os fundos perpetuam a baixa produtividade e o atraso económico. Décadas de apoios não geraram convergência real com a Europa rica. Terminar com os fundos de coesão traria benefícios substanciais a longo prazo, tanto para os contribuintes líquidos como para os próprios beneficiários.»
Nuno Palma anunciando o seu novo livro: «O Vício dos Fundos Europeus», no Portugal no longo prazo, em mais «Uma obra de demolição de alguns dos mitos mais populares no Portugal dos Pequeninos»
24/04/2024
SERVIÇO PÚBLICO: Uma obra de demolição de alguns dos mitos mais populares no Portugal dos Pequeninos (8)
04/04/2024
SERVIÇO PÚBLICO: Uma obra de demolição de alguns dos mitos mais populares no Portugal dos Pequeninos (7)
13/03/2024
SERVIÇO PÚBLICO: Uma obra de demolição de alguns dos mitos mais populares no Portugal dos Pequeninos (6)
Continuação de (1), (2), (3), (4) e (5)
29/02/2024
SERVIÇO PÚBLICO: Uma obra de demolição de alguns dos mitos mais populares no Portugal dos Pequeninos (5)
Continuação de (1), (2), (3) e (4)
Mais um post sobre os mitos cuja demolição considero mais importante, recordando que os factos que fundamentam a demolição foram amplamente estudados e documentados no livro de Nuno Palma (NP) e nas dezenas de trabalhos de investigação que publicou (cfr o seu Research output).17/02/2024
SERVIÇO PÚBLICO: Uma obra de demolição de alguns dos mitos mais populares no Portugal dos Pequeninos (4)
08/02/2024
SERVIÇO PÚBLICO: Uma obra de demolição de alguns dos mitos mais populares no Portugal dos Pequeninos (3)
01/02/2024
SERVIÇO PÚBLICO: Uma obra de demolição de alguns dos mitos mais populares no Portugal dos Pequeninos (2)
Começo a pagar a promessa de publicar alguns posts sobre os mitos cuja demolição é em minha opinião mais importante, não sem antes sublinhar que os factos citados foram amplamente estudados e documentados no livro de Nuno Palma e nas dezenas de trabalhos de investigação que publicou (cfr o seu Research output).
Ao contrário da mitologia corrente, o Portugal anterior ao Marquês de Pombal, não era um país particularmente diferente dos outros países europeus e sobretudo não era particularmente atrasado. Não havia, por exemplo, níveis muito diferentes de numeracia e literacia, ao contrário do que se começou a verificar a partir dos princípios do século XVIII.
Portugal até finais da Idade Média era um dos países europeus com maior prosperidade, tendo no início do século XIV um produto agrário per capita superior ao inglês. O PIB per capita começou a decair a meio dos anos 70 do século XVIII e só voltou a atingir o nível de então no século XX.
O regime político vigente em Portugal também não era, até então, um regime absolutista, existindo instituições embrionárias de tipo parlamentar.
Em conclusão, o mito de que Portugal começou a declinar a partir dos Descobrimentos não tem qualquer base histórica.
(Continua)