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06/09/2009

ESTADO DE SÍTIO: as auto-estradas mexicanas do governo socialista

Ocorre-me frequentemente uma estória, cuja origem não me lembro e veracidade desconheço, a propósito dos feitos económicos do governo, anunciados várias vezes ao dia nos últimos mais de 4 anos pelos megafones da central de manipulação ao seu serviço. Em particular, quando recentemente o governo se enfeitou com os louros do crescimento em cadeia de 0,3% no 2.º trimestre (aqui tratado pelo Pertinente) que seguiu à queda de 2% e 3,9% nos trimestres anteriores.

A estória é a de uma auto-estrada que o governo mexicano teria inaugurado com pompa e circunstância pelo facto de dispor de 3 estreitíssimas faixas. As faixas, de tão estreitas, originaram inúmeros acidentes, forçando o governo passado pouco tempo a reduzi-las para duas, com o argumento que da redução de pouco mais de trinta por cento do número de faixas resultaria um maior acréscimo de segurança. Talvez o resultado tivesse sido mais segurança, mas o que resultou, sem margem para dúvidas, foram enormes engarrafamentos que levaram o governo a voltar ao número original de faixas anunciando entusiasticamente que o número de faixas iria ser aumentado de cinquenta por cento.

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