Por força da lei aprovada em Novembro, o Departamento americano de Justiça publicou em 30 de Janeiro mais de 3 milhões de páginas de documentos relativos ao caso Epstein, um volume de informação impossível de ler em pouco tempo.
Um grupo de engenheiros de software usando uma ferramenta de IA, identificaram os arquivos contendo emails e em 11 de Fevereiro tinha processado 4 milhões de e-mails. A revista Economist usando esses dados identificou cerca de 500 pessoas que surgiam com mais frequência e usando um modelo de IA de linguagem (LLM) atribuiu um score de "alarme" para cada cadeia de emails.
Analisando os emails de pessoas que não faziam parte dos empregados e colaboradores de Epstein foram identificadas 500 pessoas com maior número de emails. Concluiu-se que as mensagens tinham a seguinte repartição: cerca de 19% com financiadores; 10% com cientistas ou médicos; 8% com pessoas da mídia, entretenimento ou relações públicas; 7% com tecnólogos; 6% com advogados, políticos, académicos e outros empresários; e 5% com magnatas imobiliários.
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Algumas dessas pessoas estão identificadas no quadro acima e entre elas individualidades conhecidas fora dos EU, como Ariane de Rothschild (CEO do Grupo Edmond de Rothschild), Noam Chomsky (um célebre filósofo muito apreciado nos meios esquerdistas), Steve Bannon (o Rasputine de Trump) e Bill Gates e Elon Musk que não carecem de apresentação. Entre as personalidades não incluídas no quadro encontram-se bilionários como Peter Thiel (uma eminência parda com quem o vice JD Vance trabalhou) e Ehud Barak (ex-primeiro-ministro israelita).
