Avarias da geringonça e do país seguidas de
asfixias
«A nossa televisão parece a da Coreia do Norte»
Foi o que disse um médico reformado de Castelo de Vide, que aproveito para saudar, citado pelo jornal SOL, a propósito da presença constante do Dr. Costa e de S. Exª no canal estatal e nos dois canais paraestatais.
Danos colaterais da bazuca de Ursula
Em dissonância com a comunidade dos políticos, o jornalismo de várias causas, a comentadoria e as luminárias do regime e o povo em geral, para quem a cavalo dado não olha o dente, ouve-se uma voz singular e portanto impertinente, sem medo da solidão, que
agradece a Mark Rute a sua resistência a enviar para o Portugal dos Pequeninos «
dinheiro a fundo perdido». Obrigado Fernando Sobrinho.
É claro que a um povo empurrado para uma queda «
queda monumental» por uma troika composta pelo Dr. Costa, S. Ex.ª e uma pandemia, é muito difícil resistir porque durante décadas deixou que a nomenclatura do regime triturasse recursos e criasse défices e dívida, enquanto os sacerdotes dos amanhãs que cantam invocavam Santo Keynes, santo que, quando mais precisaríamos dele, não nos acode por estar vazio o saco das esmolas.
Ineficiente, sempre. Ineficaz sempre que possível
No passado usaram-se guardas-florestais para prevenir incêndios. Os guardas foram desaparecendo por falta de "cabimento" e por falta de candidatos dispostos a suportar o desconforto de percorrer montes e vales em vez de estarem sentados ao fresco. Talvez com esse pretexto, há dois anos o exército torrou quase 6 milhões na compra de drones para a vigilância de fogos que, como é habitual no Estado Sucial geridos por socialistas,
não foram usados. E o que faz um governo socialista nestas circunstâncias? Ora, o mesmo de sempre: compra mais 12 drones para a Força Aérea e começa a
contratar guardas-florestais.
Da encomenda à China de 500 ventiladores
chegaram esta semana mais 60 depois de vários meses. Não se pense, porém, que daí resultaram inconvenientes. Segundo a DGS, nenhum dos que chegaram foi utilizado.
Demonstrando uma grande iniciativa no combate à pandemia, o
Estado-Maior do Exército comprou por ajuste directo a uma empresa portuguesa especializada em brinquedos de peluche dez mil testes de Covid-19 e 100 mil máscaras por 74 mil euros e 329 mil euros, respectivamente. Eles podem deixar morrer os comandos. mas o SARS-CoV-2 não fará nem uma baixa na nossa gloriosa tropa.
«Queda monumental»
Diz a ministra que o lay-off simplificado já abrangeu
140 mil empresas e 1,2 milhões de trabalhadores e custou 470 milhões de euros. Na sua simplicidade, estes três números dizem imenso sobre a economia do Portugal dos Pequeninos que o cagaço geral do povo e o especial do governo puseram de pantanas. Dizem-nos que as empresas assistidas têm em média menos de 9 trabalhadores e que cada um destes recebeu em média da segurança social menos de 400 euros em dois meses. A maioria (80%) das empresas pediu já
renovação do lay-off e há mais 12 mil na fila de espera.