"The dollar is the world’s reserve currency, bestowing key advantages upon us. But none of this is our birthright. It must be earned, and re-earned,” said one Fed official in 2010, as the European sovereign-debt crisis was unfolding. “We ought not to be dismissive of the threats to our privileged position in the world.” That official was a younger Mr Warsh. As he prepares to lead the world’s most important central bank, the dollar looks more vulnerable than at any time in recent history. (The Economist)
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Here are some examples of how the economic press reported on the performance of Trump's policies:
1 comentário:
É um salto lógico enorme atribuir o crescimento do excedente comercial chinês única e exclusivamente às políticas da Administração Trump.
Conforme se pode ver aqui
https://www.macrotrends.net/global-metrics/countries/chn/china/trade-balance-deficit
e aqui
https://www.investing.com/economic-calendar/chinese-trade-balance-466
a tendência de crescimento do excedente comercial chinês já vem de trás, ela começou no segundo mandato de George W. Bush e acelerou no mandato de Biden.
É evidente que as políticas de Trump poderão ter contribuído para que o comércio chinês continuasse a crescer no Ocidente (altamente duvidoso, mas possível), mas a China teria sempre continuado a crescer em África, na América Latina e na Ásia. Dar todo o demérito todo ao Presidente Trumo e não dar mérito nenhum à estratégia da China é míope, na melhor das hipóteses… e extremamente desonesto, na hipótese mais provável. Mas já sabemos, vale tudo para denegrir o actual Presidente dos EUA.
Também não deixa de ter piada chamar “economic press” ao The Guardian, um dos jornais mais assumidamente extremo-esquerdistas à face da terra…
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