| Edgar Morin (1924-2026) |
- O erro e a ilusão: o conhecimento não é um espelho fiel da realidade; a mente humana pode falhar e ser enganada pelas nossas ideias e sentidos.
- O conhecimento pertinente: para que uma informação seja útil, ela precisa estar ligada ao seu contexto, unindo as partes ao todo e o todo às partes.
- A condição humana: precisamos lembrar quem somos nós, seres ao mesmo tempo físicos, biológicos, psíquicos, culturais, sociais e históricos.
- A identidade terrena: todos os humanos partilham o mesmo destino no planeta Terra, que hoje está ligado e globalizado.
- Enfrentar as incertezas: o futuro é incerto; a educação deve ensinar a navegar pelas surpresas e mudanças sem buscar apenas regras fixas.
- A compreensão: aprender a entender os outros, superando o ódio e as barreiras entre pessoas de culturas diferentes.
- A ética do género humano: a responsabilidade de cuidar da humanidade, unindo a nossa liberdade com o respeito pela comunidade global.
Era para ser um R.I.P. há dois meses, quando morreu Morin, e ficou na gaveta até que me ocorreu em plena campanha de agitprop e vacuidades a pretexto da bagunça da digitalização e da incapacidade de pensar e agir nas matérias do que haveria de ser um elevador social e uma alavanca para desenvolver o Portugal dos cada vez mais Pequeninos e é um sistema de criação de empregos e um campo de batalhas político-doutrinárias.