Outras diferenças que Guterres não fez.
O assessor especial de Guterres para a prevenção do genocídio (como é que será que se previne o genocídio?), Adama Dieng, foi encarregado de «definir uma estratégia e apresentar um plano global de acção" para combater o discurso de ódio, revelou Guterres na 40.ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU.
O Conselho de Direitos Humanos tem entre os seus 47 membros países tão respeitadores dos direitos humanos como: Arábia Saudita, China, Cuba, Egipto, Venezuela.
Irá Guterres encarregar o seu assessor especial de criar um discurso do amor, uma espécie de newspeak, em alternativa ao discurso do ódio? E porque não um comissário do amor, uma espécie de Miniluv da Oceania orwelliana?
Picareta falante uma vez, picareta falante sempre.