«O provedor de Justiça afirma (em entrevista à Antena 1) que poderia haver um refrescamento da situação política se houvesse eleições legislativas antecipadas no mesmo dia das autárquicas. Alfredo José de Sousa considera que, se não for dessa forma, só haverá eleições depois de junho de 2014.»
Face a este coro de gente falsamente democrática, para quem as eleições apenas servem para legitimar as suas escolhas, espera-se que o governo, se não consegue tirar o Estado do atoleiro em que a governação socialista o deixou, capturado pelos donos da III República, ao menos preste um serviço à democracia cumprindo o mandato até ao fim.