É isso que o Financial Times quer dizer quando escreve «Portugal has returned to the long-term debt market for the first time since being bailed out in 2011 in a landmark deal for the rehabilitation of the eurozone’s struggling peripheral economies».
Trata-se de «long-term debt» e não «principalmente nos prazos mais curtos» como vaticinou o novo guru doméstico das finanças. É óbvio que os mercados, onde os investidores colocam a boca e também o dinheiro, acreditarem não quer dizer tudo, nem talvez muito. Mas quer dizer certamente mais do que opiniões domésticas enviesadas de quem não arrisca um cêntimo e sabe que tem audiência amplificada pelo jornalismo de causas e garantida pelo nacional-ressabiamento.