Todos os presidentes da Câmara de Nova Iorque desde Rudy Giuliani, que saiu em 2001, foram "democratas". Já vamos em 25 anos de presidentes "democratas"! E, de presidente "democrata" para presidente "democrata", i.e. de Michael Bloomberg até Mamdani, o radicalismo extremo-esquerdista foi sempre a aumentar.
Foi isso que eu quis dizer no meu primeiro-comentário: os nova-iorquinos têm vindo a radicalizar-se, e o Mamdani é só o capítulo mais recente e mais radical de uma tendência antiga.
Entretanto, os neomarxistas 'woke', cuja acção política o (Im)Pertinente e outros pseudo-intelectuais alegadamente de Direita têm desvalorizado, conseguiram mais uma grande vitória no sentido da legitimação do pagamento de "reparações" aos países africanos:
Portugal votou corretamente. Não votou contra, o que seria uma afronta aos PALOP que patrocinaram a resolução, mas também não votou a favor, o que seria quase dizer-se pronto a pagar reparações e etc. Absteve-se, e dessa forma não se comprometeu com ninguém.
Errado, completamente ERRADO! Os PALOP têm mesmo de ser "afrontados" nesta questão, porque os portugueses não lhes devem nada, rigorosamente NADA! A exigência deles é que é uma afronta!!!
Asbter-se numa questão destas é, efectivamente, comprometer-se com as "reprações"! Aliás, o texto da notícia que eu hiperliguei acima é absolutamente claro a esse respeito:
«A resolução aprovada insta os Estados-membros da ONU a considerarem pedir desculpa pelo tráfico de escravos e a contribuírem para um fundo de reparações.
Pede medidas de restituição, compensação, reabilitação, satisfação, garantias de não repetição e alterações às leis, programas e serviços para combater o racismo e a discriminação sistémica.»
E como bem observou o Prof. João Pedro Marques na sua crónica de hoje no Observador:
«É para mim claro que quando o nosso representante na ONU se abstém em vez de se opor frontalmente a algo que é absurdo e que visa, de forma explicita, obter reparações materiais pelo tráfico transatlântico de escravos e a escravidão — e, futuramente, pelo colonialismo — tem a perfeita noção, tal como o governo em Lisboa também a terá, de que esse voto equivale a um “nim” e que é meio caminho andado para vir a anuir, num próximo futuro, a pagamentos aos países africanos e caribenhos. Terão, também, provavelmente, a convicção de que é preciso esconder isso do país, pois é o que têm feito.»
É incrível que estas pretensões dos países africanos sejam sequer discutidas! É uma tentativa tão descarada de extorquir os europeus e os norte-americanos que até custa a acreditar que alguém lhes dê crédito!
Isto surpreende o (Im)Pertinente? Tem andado a dormir, eles elegeram um comunista assumido para Presidente da Câmara!
ResponderEliminarEssa eleição foi recente. Provavelmente o relatório referido neste post diz respeito a tempos anteriores a o "comunista" ter sido eleito.
EliminarTodos os presidentes da Câmara de Nova Iorque desde Rudy Giuliani, que saiu em 2001, foram "democratas". Já vamos em 25 anos de presidentes "democratas"! E, de presidente "democrata" para presidente "democrata", i.e. de Michael Bloomberg até Mamdani, o radicalismo extremo-esquerdista foi sempre a aumentar.
EliminarFoi isso que eu quis dizer no meu primeiro-comentário: os nova-iorquinos têm vindo a radicalizar-se, e o Mamdani é só o capítulo mais recente e mais radical de uma tendência antiga.
Entretanto, os neomarxistas 'woke', cuja acção política o (Im)Pertinente e outros pseudo-intelectuais alegadamente de Direita têm desvalorizado, conseguiram mais uma grande vitória no sentido da legitimação do pagamento de "reparações" aos países africanos:
ResponderEliminarhttps://www.rtp.pt/noticias/mundo/portugal-absteve-se-assembleia-geral-da-onu-declara-trafico-de-escravos-como-crime-mais-grave-contra-humanidade_n1729241
Sublinhe-se: o representante de Portugal na ONU absteve-se. E depois admiram-se que o Chega cresça!!!
Portugal votou corretamente. Não votou contra, o que seria uma afronta aos PALOP que patrocinaram a resolução, mas também não votou a favor, o que seria quase dizer-se pronto a pagar reparações e etc. Absteve-se, e dessa forma não se comprometeu com ninguém.
EliminarErrado, completamente ERRADO! Os PALOP têm mesmo de ser "afrontados" nesta questão, porque os portugueses não lhes devem nada, rigorosamente NADA! A exigência deles é que é uma afronta!!!
EliminarAsbter-se numa questão destas é, efectivamente, comprometer-se com as "reprações"! Aliás, o texto da notícia que eu hiperliguei acima é absolutamente claro a esse respeito:
«A resolução aprovada insta os Estados-membros da ONU a considerarem pedir desculpa pelo tráfico de escravos e a contribuírem para um fundo de reparações.
Pede medidas de restituição, compensação, reabilitação, satisfação, garantias de não repetição e alterações às leis, programas e serviços para combater o racismo e a discriminação sistémica.»
E como bem observou o Prof. João Pedro Marques na sua crónica de hoje no Observador:
«É para mim claro que quando o nosso representante na ONU se abstém em vez de se opor frontalmente a algo que é absurdo e que visa, de forma explicita, obter reparações materiais pelo tráfico transatlântico de escravos e a escravidão — e, futuramente, pelo colonialismo — tem a perfeita noção, tal como o governo em Lisboa também a terá, de que esse voto equivale a um “nim” e que é meio caminho andado para vir a anuir, num próximo futuro, a pagamentos aos países africanos e caribenhos. Terão, também, provavelmente, a convicção de que é preciso esconder isso do país, pois é o que têm feito.»
Se formos condenados vamos exigir aos italianos, árabes e espanhóis, reparos por nos terem invadido..........
ResponderEliminarÉ incrível que estas pretensões dos países africanos sejam sequer discutidas! É uma tentativa tão descarada de extorquir os europeus e os norte-americanos que até custa a acreditar que alguém lhes dê crédito!
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