20/09/2020

Os Oscares esquizofrénicos do politicamente correcto e da ideologia do género

No dia 8 a Academy of Motion Picture Arts and Sciences que atribui os Oscares anunciou os Representation And Inclusion Standards for Oscars Eligibility que serão aplicáveis gradualmente a partir de 2022 e integralmente a partir de 2024, como condição para um filme poder ser premiado.

Os standards, de uma complexidade kafkiana, são organizados em quatro standards: A - Representação, tema e narrativas, B - Liderança criativa e equipa do projecto, C - Acesso e oportunidades e D - Desenvolvimento da audiência. 

Em todos os standards existem critérios de género (e deficientes cognitivos ou físicos) e de seis minorias e uma sétima «Outra raça ou etnia pouco representada» para incluir os bosquímanos do Kalahari.

No standard A, por exemplo, é preciso cumprir pelo menos um de três critérios: A1 - pelo menos um dos actores principais ou secundários significativos tem de pertencer um grupo étnico ou racial; A2 -  pelo menos 30% de todos os actores secundários têm de pertencer a pelo menos dois de quatro grupos minoritários e A3 - o enredo principal é centrado em um dos referidos grupos minoritários.

Nos grupos minoritários incluiu-se LGBTQ +. Imagino que o símbolo "+" signifique que a Academia possa ir adicionando novos géneros de entre os 112 "géneros", incluindo o meu favorito;
«Verangender: a gender that seems to shift/change the moment it is identified.»