A história é conhecida. Sessenta e sete funcionários públicos, luminárias do radical chic e de outras correntes da esquerdalhada, áctivistas em serviço em várias universidades e que por isso se consideram académicos, publicaram o abaixo-assinado «Contra a higienização académica do racismo e fascismo do Chega» a propósito de uma entrevista de Riccardo Marchi sobre o seu livro recentemente publicado com o estudo A Nova Direita Anti-Sistema. O Caso do Chega, onde concluiu que este partido não é fascista, nem racista, é simplesmente de extrema-direita, ponto final. No abaixo-assinado as luminárias esquerdistas defendem que o Chega é fascista e racista e que por isso na universidade deles Marchi não teria lugar para investigar nem publicar coisa nenhuma.
Nem de propósito, publiquei ontem um post sobre Munira Mirza, actualmente «o pior pesadelo da esquerda dogmática», que se desvinculou do esquerdismo porque percebeu «muito rapidamente que a principal coisa que a esquerda não era a favor era a liberdade de expressão - que havia uma intolerância em relação a diferentes ideias e opiniões».
Quod est demonstrandum.