08/08/2019

De pequenino se torce o pepino do corporativismo da guilda médica


Para a Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM) «existe um número excessivo de estudantes de Medicina para a capacidade que o ensino médico têm para leccionar. “Nas condições atuais, aumentar o número de estudantes prejudica o ensino e compromete a formação com a qualidade que o país necessita”, lê-se na nota. Como possível solução, a ANEM também rejeita a criação de novas faculdades pois tem potencial para prejudicar a qualidade de formação.» (fonte)