01/06/2016

ACREDITE SE QUISER: Eles são poucos e parecem mais porque se exibem muito

Anthony Bogaert, professor de psicologia na universidade Brock em Ontario, Canadá, e uma autoridade em matéria de sexualidade, estimou no seu paper «Asexuality: What It Is and Why It Matters» (apud Ozy) que a população «assexuada» (com falta de atracção sexual, segundo a definição de Bogaert) representa 1% da população total.

Comparativamente, segundo um estudo do governo americano, os gays e lésbicas representavam 1,6%, os bissexuais 0,7% e 1,1% não se conseguiam classificar. É razoável supor que estes 1,1% abrangem o 1% de assexuados, ficando assim 0,1% para os transexuais e intersexuais (seja lá o que isto for). Confronte-se estas estatísticas com as estatísticas de causas que os militantes do sexo vagabundo divulgam para efeitos promocionais, como esta que o Expresso um dia publicou sob o título espampanante «Um milhão de portugueses são homossexuais».

Seja como for, antecipo que a dinamização da construção civil passe por aqui. Imagine-se o governo da geringonça a legislar a obrigatoriedade de um WC para cada sexo género. Teríamos o mínimo de 6 WC para a panóplia LBGTIA, o que daria centenas de milhar de WC a construir por esse país.