Permito-me discordar de «
Joaquim Azevedo, coordenador da comissão independente que, a pedido do anterior primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, redigiu o relatório Por um Portugal amigo das crianças, das famílias e da natalidade 2015-2035» que confessou ao Público que «
a única coisa errada nisto da natalidade são os políticos».
Concordo que os políticos fazem parte das coisas erradas «
nisto da natalidade», mas acrescentaria outras coisas, começando naturalmente com as comissões independentes ou dependentes que estudam «
isto da natalidade» e apresentam
propostas de medidas que na sua maioria passam ao lado das causas da quebra da natalidade.