Posts anteriores (I), (II), (III), (IV), (V), (VI), (VII), (VIII), e (IX)
Em retrospectiva: Teixeira dos Santos, co-autor com José Sócrates do desastre da nacionalização de um banco que valia 2% do mercado, ainda em 2012, decorridos 4 anos da sua decisão fatídica, justificava a inevitabilidade da sua decisão porque a falência do BNP, segundo ele, levaria à quebra do PIB em 4%.
Já que estamos a recordar, recordemos que a nacionalização do BPN foi entusiasticamente apoiada pelo Berloque na pessoa do seu Querido Líder Louçã, agora semi-aposentado, o que não impediu sete anos depois a sua sucessora Querida Líder Catarina Martins dizer com grande descaro que o Novo Banco «é cada vez mais o novo buraco (...) e cada vez lembra mais o BPN».
Essa nacionalização para Teixeira dos Santos não custaria nada aos contribuintes e veio a custar x mil milhões. O x tem variado ao longo do tempo no intervalo [0, ∞[ aproximando-se do limite superior e, segundo a última versão da geringonça, deve andar pelos 7,3 mil milhões dos quais 2,8 já torrados e 3,5 a torrar no futuro.