14/01/2014

De boas más intenções está o inferno cheio (18) – Amamentar ou não amamentar

Segundo a pitoresca descrição de uma newsletter da JusNet, o acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 05-11-2013 julgou que «o facto de o empregador ter deixado de dirigir a palavra à trabalhadora, por não ver com bons olhos a decisão desta de continuar a amamentar o filho, justifica a resolução do contrato com justa causa


Quem se julgará este empregador? Só se for Deus, pois se até papa incentiva mães a amamentarem na Capela Sistina…