Os custos unitários da mão-de-obra aumentaram em Portugal 0,6% no 4.º trimestre de 2012, acima dos 0,5% da Zona Euro, em consequência de um aumento de 0,7% dos salários e de apenas 0,2% da produtividade.
Não é uma boa notícia porque significa que não estamos a inverter de uma forma sustentada o
declínio da produtividade da última década. E isto não é senão uma falha acessória do governo. É uma falha principalmente das empresas e dos empresários.