Não sendo exactamente um admirador do banqueiro Fernando Ulrich, sinto-me à vontade para o cumprimentar por ter dito o que disse sem receio da polícia do politicamente correcto, por não ter pedido desculpa, por não se ter deixado intimidar pelo ajuntamento de ociosos que o interpelou e, em particular, por aquelas criaturas ignorantes, convencidas e inúteis que passeiam a sua vacuidade pelo parlamento, por exemplo
João Galamba e
Ana Drago.