- «monstruosidade fiscal» e «desumano» (Arménio Carlos)
- «assalto fiscal» (PCP)
- «desastre nacional» (Ana Avoila, Frente Comum dos Sindicatos)
- «sufocante» (Santana Lopes)
- «não tem execução possível» (Manuela Ferreira Leite)
- «psicopatia fiscal» (Carlos César)
- «septicemia» (Bagão Félix)
- «bomba atómica fiscal» (Eurico Brilhante Dias, secretário nacional do PS)
- «massacre» (Verdes)