O Bokassa das Ilhas
desafiou «
o Estado português para, em caso de dúvidas, ter a coragem de assumir uma decisão democrática e permitir um Referendo na Madeira que, de uma vez por todas, demonstre a vontade do Povo Madeirense, reforce a coesão nacional e finalmente encerre o “contencioso da autonomia”».
André Azevedo Alves faz no
Insurgente a pergunta fatal: «
E por que não um referendo sobre a independência?»
E porque não?