«Mas não temos alternativa (aos cortes e às reformas difíceis). Ou melhor, até temos: a prazo seremos obrigados a sair do Euro (por convite ou a pontapé). A moeda única, sem transferências orçamentais, não aguenta diferenças tão acentuadas de produtividade entre centro e periferia. É por isso que Seguro pode mesmo ir parar ao Governo. Será que ele já percebeu isso?»
«Mais reformas ou a saída do Euro», Camilo Lourenço no negócios online
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