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| Mascarada |
Vasco Pulido Valente sobre Marcelo Rebelo de Sousa em entrevista à Revista do Expresso de 21 de Julho
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«Uma imprensa tradicionalmente tão servil com o BE, que desde sempre e por tudo e por nada lhe garante tempos de antena sem nenhum contraditório e desproporcionados face à sua real implantação, não se tem calado nos últimos dias com o “folhetim robles”. Isto só tem uma explicação: interessa ao seu patrão supremo – o PS – fragilizar o Bloco.»
Se há área onde este Portugal dos Pequeninos se destaca é no peditório. Somos o terceiro país da UE que mais fundos recebeu desde 2015: quase cinco mil milhões ou 8,2% do total. E para onde foi o grosso deste peditório? Para alimentar a vaca marsupial pública que abocanhou 26 dos 30 maiores financiamentos,
Recordemos os inúmeros manifestos pela defesa dos centros de decisão nacional, alguns deles assinados por empresários que passado algum tempo venderam a estrangeiros as suas empresas e as inúmeras declarações no mesmo sentido da esquerdalhada em geral. Recordemos também que esta necessidade de vender o país aos retalhos surge pelo endividamento gigantesco de públicos e privados e pela consequente descapitalização da economia portuguesa, consequência de décadas a viver acima das posses.
Recordemos os inúmeros manifestos pela defesa dos centros de decisão nacional, alguns deles assinados por empresários que passado algum tempo venderam a estrangeiros as suas empresas. Recordemos também que esta necessidade de vender o país aos retalhos surge pelo endividamento gigantesco de públicos e privados e pela consequente descapitalização da economia portuguesa, consequência de décadas a viver acima das posses.
Esta semana tivemos uma reedição da comédia de Tancos com o ministro das forças desarmadas - dispensado do serviço militar por ter o pé chato (OK, é uma boutade) -, a confessar não fazer a menor ideia se ainda há ou não há material desaparecido de Tancos ainda por recuperar como o ministério público parece ter concluído.| O João à saída do registo civil com o novo «género» |
Começando pelo estado da união de facto da ménage a trois (a que se adiciona o PAN como criada de servir), a geringonça lá vai aguentando porque é mais o medo de perderem o poder para a direita que os une do que as diferenças programáticas que os dividem. Multiplicam-se os esclarecimentos, avisos, as exigências, as ameaças, os votos piedosos, as declarações de fé, mas tudo isso é nevoeiro informativo num jogo de posições em que cada um tenta condicionar os outros. A geringonça será desfeita se Costa tiver a (pouco provável) maioria absoluta ou, não a tendo, se for substituída por um zingarelho do tipo bloco central ressuscitado - espécie de jangada para dois náufragos. É claro que a prazo a geringonça ou o zingarelho serão desfeitos por um possível quarto resgate.«Se todo o trabalho que era feito em 40 horas pode agora ser feito em 35 horas, isso pode sugerir um certo nível de sobredimensionamento em algumas partes do sector público.»Dois anos depois, a maioria dos portugueses perante a evidência do caos da administração pública, em particular do SNS, parece ainda não percebido.
«A inflação é tão alta que as notas valem mais em objectos de origami do que em dinheiro.» (The Economist)
| Brothers in arms separated at birth |
Nos tempos do Estado Novo dizia-se que os seus adeptos eram os situacionistas e contavam-se imensas histórias sobre a nomenclatura do regime. Numa dessas histórias, verídica neste caso, o almirante Américo Thomaz, um factótum que foi último presidente da República, durante uma das suas visitas, disse com grande humor involuntário: «esta é a primeira vez que aqui venho, desde a última que cá estive».
«If the men are irresponsible and it is the only way their wives can get money from them to run the homes, let them go ahead and tax sex.»
Tina Musuya, Ugandan women’s rights activist«It’s a controversial strategy, but it’s picking up across Uganda, as increasingly emboldened women — backed by rights organizations — battle a patriarchal society where responsibilities and moral norms are both skewed against them. What started out with isolated instances in the capital, Kampala, has exploded into a tactic more and more Ugandan women are employing to get their husbands to pay up for household expenses and atone for refusing to take on home chores.» (OZI)
uma pessoa que está fora do seu país de nacionalidade ou de residência habitual e que se encontra impossibilitado ou não pretende retornar devido a um receio bem fundamentado de perseguição baseado na sua raça, religião, nacionalidade, opinião política ou pertença a um grupo social particular.A maior parte dos «refugiados» são pois migrantes económicos em relação aos quais não se aplica nenhuma convenção internacional nem existe nenhuma obrigação legal de lhes proporcionar autorização de residência.
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| Fonte |
Segundo Daniel Oliveira, jornalista de causas / militante / comentador / analista e recordista dos ex (ex-comunista, ex-Plataforma de Esquerda, ex-Política XXI, ex-BE, ex-Livre, ex-Tempo de Avançar), esta crónica perdeu a raison d'être. É o que resulta da sua crónica com um título que é uma tese: «A geringonça acabou e quem perde é Costa».![]() |
| O problema de Candice Wiggins (à esquerda) é gostar de homens |