Primeiro, disse uma verdade inconveniente, com grande desvergonha, vinda dele: as empresas portuguesas sofrem de «fraquíssima qualidade da sua gestão» e são incapazes de trazer inovação. Santos Silva também disse que as empresas não serão capazes «de perceber a vantagem em contratar pós-graduados e doutorados», um equívoco conveniente para passar graxa à audiência.
Confrontado com reacção inesperadamente firme da CIP, que lhe lembrou «o Estado da falência em que a fraquíssima administração política de sucessivos governos nos deixaram…. alguns de que o próprio Augusto Santos Silva fez parte», o ex-trotskista juntou à desvergonha a hipocrisia. «Não quis ofender, se o efeito foi esse só tenho que me penitenciar», disse.
Mais um exemplo de que um apparatchik instalado no Estado Sucial nunca desce tão baixo que não possa descer ainda mais.
Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)
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31/12/2019
26/12/2019
O ruído do silêncio da gente honrada no PS é ensurdecedor (187) - A pesada herança do polvo socialista (II)
Uma estória socialista resumida (já aqui contada):
João Conceição, actualmente administrador da REN, nomeado pelo governo socialista de José Sócrates em 2009, foi contratado em 2008 pelo BCP por Paulo Macedo, actualmente presidente da Caixa nomeado pelo actual governo socialista, na época membro da administração do BCP de que era então presidente Santos Ferreira, um amigo do peito de Guterres, antigo líder do PS e primeiro-ministro de dois governos socialistas. Santos Ferreira, desde sempre um homem às ordens do PS, que tinha transitado directamente para o BCP vindo da presidência da Caixa, para onde fora nomeado pelo governo socialista de Sócrates, Caixa onde autorizou empréstimos a Berardo e outros para comprarem acções do BCP, empréstimos que hoje fazem parte do malparado da Caixa que Você, leitor, e eu pagámos com os aumentos de capital para tapar os buracos.
Voltando a João Conceição, foi contratado pelo BCP ao mesmo tempo que nomeado assessor de Manuel Pinho, ministro da Economia de Sócrates e homem de confiança e às ordens de Ricardo Salgado, o DDT, presidente do BES cuja falência Você, leitor, e eu pagamos e vamos continuar a pagar. No BCP João Conceição foi contratado por 10 mil euros por mês que recebeu até Maio de 2009, totalizando 153 mil euros, agora reclamados pelo BCP com o fundamento de João Conceição não ter prestados quaisquer serviços, ao que este argumenta que fez tudo o que lhe mandaram fazer (para mais pormenores ler aqui).
Perdido? É natural, é o labirinto habitado pelo polvo socialista.
Actualização desta estória socialista:
«O Ministério Público entende que João Conceição, o ex-consultor de Manuel Pinho e atual administrador da empresa REN – Redes Energéticas Nacionais, “aderiu” em janeiro de 2007 ao “pacto” acordado originalmente entre o ex-ministro da Economia, António Mexia e João Manso Neto para conceder alegados benefícios de 1,2 mil milhões de euros à EDP. Daí ter-lhe imputado dois crimes de corrupção passiva para ato ilícito no interrogatório que decorreu a 28 de novembro.» (Estória completa)
14/12/2019
Lost in translation (329) - Envergonhar o governo do Dr. Costa diz-se em socialês "desprestigiar as instituições democráticas"
«Tenho que parar isto a tempo e não tolerarei tentativas de desprestigiar as instituições democráticas, seja o Governo, os partidos, o Parlamento ou o Presidente da República»Referindo-se ao deputado do partido Chega, que tem usado a palavra «vergonha» para classificar acções do governo, ameaçou o Dr. Ferro Rodrigues, ex-líder e dirigente do partido do governo, também conhecido como segunda figura do Estado, fazendo recordar o presidente da Assembleia Nacional a admoestar um deputado da Ala Liberal por incomodar o governo do Dr. Marcelo (o padrinho, não o afilhado).
13/12/2019
O "capitalismo" de Estado não é capitalismo, é comunismo de "mercado"
«Quando a NBA recuou em Outubro para apaziguar Pequim após uma chuva de protestos em Hong Kong, a liga de basquetebol foi criticada por se submeter a um regime autoritário. Daryl Morey, gerente geral do Houston Rockets, num tweet (posteriormente apagado) escreveu: "Lute pela liberdade, fique com Hong Kong". Isso levou a China a suspender as transmissões da NBA na pré-temporada, a retirar patrocinadores dos jogos no país e a romper os laços com os Rockets.
Diante da perspectiva de um tweet que desfaz décadas de trabalho para promover o crescimento no mercado externo mais importante da NBA, a liga capitulou. Mas a decisão da associação de basquetebol de seguir a linha do Partido Comunista Chinês (PCC) está longe de ser a excepção. Longe da humilhação pública da NBA, a China está a recorrer a um mecanismo pouco usado anteriormente para controlar silenciosamente as relações com marcas e empresas estrangeiras que operam na China, afirmam especialistas. E cada vez mais empresas internacionais estão silenciosamente a atender às exigências do PCC.
O mecanismo usado é um comité do partido que opera em empresas e instituições privadas e estatais, cujos membros são escolhidos tanto pelo partido quanto pelas empresas em questão. Oficialmente, esses comités existem para permitir que as empresas se mantenham melhor informadas sobre as mudanças legais e regulamentares e actualizadas com o clima político na China. No entanto, eles são cortinas para esconder a influência cada vez maior que o partido exerce sobre as empresas que operam no país, afirmam especialistas.
Até há 18 meses atrás, esses comités do partido eram em grande parte simbólicos, mas até o final do ano passado, em 106.000 empresas estrangeiras tinham sido criados comités do PCC, totalizando 70% das empresas que operam na China, segundo o Departamento de Organização do Comité Central. Isso representa um aumento de 125% em relação a 2011, quando o número era de 47.000. No geral, dos 2,7 milhões de empresas privadas da China no exterior e no exterior, 68% criaram um comité partidário, um aumento de 30% nos últimos cinco anos. Do Walmart à Walt Disney, vários gigantes americanos têm comités do partido na China.
"O PCC sempre demonstrou poder administrativo para reprimir ou punir empresas que não seguem a sua linha", diz Xin Sun, professor de negócios chineses e asiáticos do King's College. Mas esse poder tornou-se tornou cada vez mais proeminente sob o presidente Xi Jinping, diz ele. "E as empresas estão prestando mais atenção para não se envolverem em acções consideradas inaceitáveis pelo partido".
Não há dúvida de que empresas, nacionais e estrangeiras, continuarão colidindo com as sensibilidades políticas da China. À medida que os laços entre o partido e as empresas se aproximam em sectores da segunda maior economia do mundo e a confiança das autoridades da China aumenta, seguir a linha do PCC será mais importante para empresas estrangeiras. E com o mercado consumidor chinês é vital para as indústrias globais - de bens de luxo à aviação - sair da linha pode ter consequências cada vez mais graves.
Em alguns casos, esses resultados serão tornados espectacularmente públicos, como acontece com Morey e a NBA. Na maioria dos casos, os comités do partido garantirão que você nem venha a saber.»
Excerto de HOW CHINA MANIPULATES FOREIGN FIRMS na Ozi
Diante da perspectiva de um tweet que desfaz décadas de trabalho para promover o crescimento no mercado externo mais importante da NBA, a liga capitulou. Mas a decisão da associação de basquetebol de seguir a linha do Partido Comunista Chinês (PCC) está longe de ser a excepção. Longe da humilhação pública da NBA, a China está a recorrer a um mecanismo pouco usado anteriormente para controlar silenciosamente as relações com marcas e empresas estrangeiras que operam na China, afirmam especialistas. E cada vez mais empresas internacionais estão silenciosamente a atender às exigências do PCC.
O mecanismo usado é um comité do partido que opera em empresas e instituições privadas e estatais, cujos membros são escolhidos tanto pelo partido quanto pelas empresas em questão. Oficialmente, esses comités existem para permitir que as empresas se mantenham melhor informadas sobre as mudanças legais e regulamentares e actualizadas com o clima político na China. No entanto, eles são cortinas para esconder a influência cada vez maior que o partido exerce sobre as empresas que operam no país, afirmam especialistas.
Até há 18 meses atrás, esses comités do partido eram em grande parte simbólicos, mas até o final do ano passado, em 106.000 empresas estrangeiras tinham sido criados comités do PCC, totalizando 70% das empresas que operam na China, segundo o Departamento de Organização do Comité Central. Isso representa um aumento de 125% em relação a 2011, quando o número era de 47.000. No geral, dos 2,7 milhões de empresas privadas da China no exterior e no exterior, 68% criaram um comité partidário, um aumento de 30% nos últimos cinco anos. Do Walmart à Walt Disney, vários gigantes americanos têm comités do partido na China.
"O PCC sempre demonstrou poder administrativo para reprimir ou punir empresas que não seguem a sua linha", diz Xin Sun, professor de negócios chineses e asiáticos do King's College. Mas esse poder tornou-se tornou cada vez mais proeminente sob o presidente Xi Jinping, diz ele. "E as empresas estão prestando mais atenção para não se envolverem em acções consideradas inaceitáveis pelo partido".
Não há dúvida de que empresas, nacionais e estrangeiras, continuarão colidindo com as sensibilidades políticas da China. À medida que os laços entre o partido e as empresas se aproximam em sectores da segunda maior economia do mundo e a confiança das autoridades da China aumenta, seguir a linha do PCC será mais importante para empresas estrangeiras. E com o mercado consumidor chinês é vital para as indústrias globais - de bens de luxo à aviação - sair da linha pode ter consequências cada vez mais graves.
Em alguns casos, esses resultados serão tornados espectacularmente públicos, como acontece com Morey e a NBA. Na maioria dos casos, os comités do partido garantirão que você nem venha a saber.»
Excerto de HOW CHINA MANIPULATES FOREIGN FIRMS na Ozi
É esta China dominada pelo PCC que o governo socialista considera um parceiro privilegiado com quem quer aprofundar relações.
27/11/2019
TIROU-ME AS PALAVRAS DA BOCA: O Estado Sucial extorsionário
«Por outras palavras, Portugal transformou-se num Estado de autoritarismo fiscal sem limites. Só quem tenha andado a dormir nos últimos anos se surpreendeu com o que esta reportagem relatou. Nas últimas décadas, os vários partidos que se foram revezando no poder viram-se permanentemente encurralados entre duas necessidades.
Em primeiro lugar, a de usarem o Estado para redistribuírem a maior quantidade de riqueza possível pelas clientelas que deles dependem, e das quais eles próprios dependem ainda mais. Em segundo lugar, a de, para terem com que fazer essa redistribuição, manterem junto dos mercados financeiros o crédito suficiente para endividarem o Estado a preços minimamente comportáveis, e com esse propósito, cumprirem as exigências orçamentais que possibilitem a permanência no euro que dá a Portugal as taxas de juro baixas de que vai beneficiando.
Por terem de alimentar os “boys” e as “girls” que gravitam em torno do poder político, os partidos de governo não podem cortar de forma “excessiva” as despesas do Estado. Por terem de, no mínimo, acalmar os receios europeus quanto à “indisciplina orçamental” portuguesa, têm de garantir que a diferença entre o que uma parte significativa do país espera do Estado e aquilo que o Estado lhes pode oferecer – ou seja, o défice – seja a menor possível. E para o conseguirem, precisam que o Estado opere à margem da razoabilidade e da lei.»
«Sem limites», Bruno Alves no Jornal Económico
Em primeiro lugar, a de usarem o Estado para redistribuírem a maior quantidade de riqueza possível pelas clientelas que deles dependem, e das quais eles próprios dependem ainda mais. Em segundo lugar, a de, para terem com que fazer essa redistribuição, manterem junto dos mercados financeiros o crédito suficiente para endividarem o Estado a preços minimamente comportáveis, e com esse propósito, cumprirem as exigências orçamentais que possibilitem a permanência no euro que dá a Portugal as taxas de juro baixas de que vai beneficiando.
Por terem de alimentar os “boys” e as “girls” que gravitam em torno do poder político, os partidos de governo não podem cortar de forma “excessiva” as despesas do Estado. Por terem de, no mínimo, acalmar os receios europeus quanto à “indisciplina orçamental” portuguesa, têm de garantir que a diferença entre o que uma parte significativa do país espera do Estado e aquilo que o Estado lhes pode oferecer – ou seja, o défice – seja a menor possível. E para o conseguirem, precisam que o Estado opere à margem da razoabilidade e da lei.»
«Sem limites», Bruno Alves no Jornal Económico
14/11/2019
A Rússia do czar Vladimiro: economia do tamanho da Espanha, corrupção igual à Papua Nova Guiné, esperança de vida abaixo da Líbia e astúcia política, muita
«A atitude da Europa em relação à Rússia está mudando, graças ao crescente domínio de Putin sobre o Oriente Médio e seus laços mais estreitos com a China. Emmanuel Macron, presidente francês, argumenta que a Rússia é importante demais para ser congelada e precisa ser incluída na arquitetura de segurança européia. E a Ucrânia, que perdeu 13.000 pessoas na guerra de Donbas, está agora sob pressão dos Estados Unidos e da Europa para resolver seu conflito com a Rússia, permitindo o levantamento de sanções.
Como um país com uma economia do tamanho da Espanha, corrupção igual à Papua Nova Guiné e esperança de vida abaixo da Líbia conseguiu tudo isso? A modernização militar teve um papel crucial. Em 20 anos, Putin transformou as forças armadas da Rússia de um grupo mal administrado de recrutas mal equipados em uma força de combate bem armada e amplamente profissional. Mas ele também tem sido politicamente mais astuto que o Ocidente, tanto em aproveitar rapidamente as oportunidades quanto em manter seus aliados.
(...)
O sucesso de Putin mascara vulnerabilidades. No exterior, ele enfrenta cada vez mais a dificuldade de ser o parceiro júnior da China. Em casa, o rendimento disponível caiu pelo sexto ano consecutivo, a idade da reforma está aumentando e as pessoas estão cansadas da corrupção. As caras aventuras militares de Putin costumavam gerar entusiasmo, mas elas se tornaram uma fonte de irritação.»
Excerto de «The West should learn some lessons from Vladimir Putin’s success»
Como um país com uma economia do tamanho da Espanha, corrupção igual à Papua Nova Guiné e esperança de vida abaixo da Líbia conseguiu tudo isso? A modernização militar teve um papel crucial. Em 20 anos, Putin transformou as forças armadas da Rússia de um grupo mal administrado de recrutas mal equipados em uma força de combate bem armada e amplamente profissional. Mas ele também tem sido politicamente mais astuto que o Ocidente, tanto em aproveitar rapidamente as oportunidades quanto em manter seus aliados.
(...)
O sucesso de Putin mascara vulnerabilidades. No exterior, ele enfrenta cada vez mais a dificuldade de ser o parceiro júnior da China. Em casa, o rendimento disponível caiu pelo sexto ano consecutivo, a idade da reforma está aumentando e as pessoas estão cansadas da corrupção. As caras aventuras militares de Putin costumavam gerar entusiasmo, mas elas se tornaram uma fonte de irritação.»
Excerto de «The West should learn some lessons from Vladimir Putin’s success»
21/09/2019
Eles não compreendem os imperativos de solidariedade dentro da grande família luso-socialista
À nossa, ou, mais exactamente, à Elisa Ferreira que é do PS, tal como o dinheiro, foi atribuída a pasta da coesão e das reformas, uma pasta importantíssima para Portugal, onde pontificou a romena Corina Creţue, agora em fim de mandato, a quem ninguém se lembrou de atribuir um papel importantíssimo para a Roménia, nem o próprio governo romeno.
Talvez por inveja das portuguesas e dos portugueses que, como sabiamente decretou o PR, são as/os melhores de todo o mundo, uma eurodeputada francesa e o jornal belga Le Soir, apontaram o dedo à Elisa do PS por alegado conflito de interesse porque «vai gerir a pasta que integra os fundos regionais e o marido, Fernando Freire de Sousa, é presidente da CCDR-Norte, uma das entidades responsáveis pela aplicação de uma boa parte dos fundos comunitários no terreno». Marido que foi administrador de duas instituições do complexo político-empresarial socialista muito acarinhadas pelo governo socialista de Sócrates: a Fundação Berardo e a La Seda, que deixaram volumosos malparados na Caixa.
Talvez por inveja e seguramente por manifesta falta de entendimento do funcionamento da grande família luso-socialista e patente ignorância de que no Estado Sucial português não há conflito de interesses. Há apenas interesses em conflito, como já expliquei várias vezes.
Esperamos que, como habitualmente, tudo se conserte e a Elisa do PS possa dar o seu contributo importantíssimo para o Estado Sucial português.
Talvez por inveja das portuguesas e dos portugueses que, como sabiamente decretou o PR, são as/os melhores de todo o mundo, uma eurodeputada francesa e o jornal belga Le Soir, apontaram o dedo à Elisa do PS por alegado conflito de interesse porque «vai gerir a pasta que integra os fundos regionais e o marido, Fernando Freire de Sousa, é presidente da CCDR-Norte, uma das entidades responsáveis pela aplicação de uma boa parte dos fundos comunitários no terreno». Marido que foi administrador de duas instituições do complexo político-empresarial socialista muito acarinhadas pelo governo socialista de Sócrates: a Fundação Berardo e a La Seda, que deixaram volumosos malparados na Caixa.
Talvez por inveja e seguramente por manifesta falta de entendimento do funcionamento da grande família luso-socialista e patente ignorância de que no Estado Sucial português não há conflito de interesses. Há apenas interesses em conflito, como já expliquei várias vezes.
Esperamos que, como habitualmente, tudo se conserte e a Elisa do PS possa dar o seu contributo importantíssimo para o Estado Sucial português.
14/09/2019
O paradigma das campanhas eleitorais mudou
No Estado Novo as eleições eram uma mera formalidade, a Situação não precisava de apresentar obra feita para ganhar as eleições, ganhas à partida na secretaria, e os situacionistas tinham tença garantida.
No Estado Sucial pós-PREC as eleições são disputadas e os principais partidos candidatos a gerir o Estado Sucial batem-se não por visões ou políticas alternativas mas por ocuparem os lugares disponíveis e garantirem uma tença aos seus novos situacionistas.
Até à bancarrota do Estado Sucial, promovida pelos sociais-situacionistas do PS, a obra feita pelo governo incumbente e inaugurada com grande foguetório, era vista como um argumento eleitoral de peso. Foi assim com os governos de Cavaco Silva, com os de Guterres, antes da sua fuga do pântano, e com os de Sócrates, antes da sua fuga para frequentar Sciences Po e viver na sua maison à Passy, 16ème Paris.
Passos Coelho, talvez por falta de convicção e seguramente por falta de dinheiro, inaugurou um novo paradigma onde no lugar da obra feita se fazem promessas de amanhãs que cantam. Neste novo paradigma, na campanha para as eleições de 2015, Costa bateu irremediavelmente Passos Coelho, o que não evitando que perdesse as eleições evitou que Passos Coelho as ganhasse.
Na campanha em curso mantém-se o paradigma das promessas universais de amanhãs que cantam e, fruto de um marketing mix mais refinado, adicionou-se uma particularidade. Costa e os parceiros da geringonça apostam quase todas as fichas no eleitorado a que o falecido Medina Carreira chamou o Partido do Estado, funcionários públicos e pensionistas e respectivas famílias, o que por junto dá para vencer as eleições, e, depois de quatro anos a trazer ao colo esta freguesia, fazem-lhes agora promessas específicas para o seu segmento de mercado garantindo-lhes a continuação de um futuro radioso.
Assim, em síntese, em vez da obra feita, agora remetida para o nível autárquico, privilegia-se a freguesia eleitoral durante a governação, fazem-se promessas universais para o eleitorado em geral e promessas especiais para freguesia eleitoral.
No Estado Sucial pós-PREC as eleições são disputadas e os principais partidos candidatos a gerir o Estado Sucial batem-se não por visões ou políticas alternativas mas por ocuparem os lugares disponíveis e garantirem uma tença aos seus novos situacionistas.
Até à bancarrota do Estado Sucial, promovida pelos sociais-situacionistas do PS, a obra feita pelo governo incumbente e inaugurada com grande foguetório, era vista como um argumento eleitoral de peso. Foi assim com os governos de Cavaco Silva, com os de Guterres, antes da sua fuga do pântano, e com os de Sócrates, antes da sua fuga para frequentar Sciences Po e viver na sua maison à Passy, 16ème Paris.
Passos Coelho, talvez por falta de convicção e seguramente por falta de dinheiro, inaugurou um novo paradigma onde no lugar da obra feita se fazem promessas de amanhãs que cantam. Neste novo paradigma, na campanha para as eleições de 2015, Costa bateu irremediavelmente Passos Coelho, o que não evitando que perdesse as eleições evitou que Passos Coelho as ganhasse.
Na campanha em curso mantém-se o paradigma das promessas universais de amanhãs que cantam e, fruto de um marketing mix mais refinado, adicionou-se uma particularidade. Costa e os parceiros da geringonça apostam quase todas as fichas no eleitorado a que o falecido Medina Carreira chamou o Partido do Estado, funcionários públicos e pensionistas e respectivas famílias, o que por junto dá para vencer as eleições, e, depois de quatro anos a trazer ao colo esta freguesia, fazem-lhes agora promessas específicas para o seu segmento de mercado garantindo-lhes a continuação de um futuro radioso.
Assim, em síntese, em vez da obra feita, agora remetida para o nível autárquico, privilegia-se a freguesia eleitoral durante a governação, fazem-se promessas universais para o eleitorado em geral e promessas especiais para freguesia eleitoral.
05/09/2019
O ruído do silêncio da gente honrada no PS é ensurdecedor (186) - A pesada herança do polvo socialista
Uma estória socialista resumida:
João Conceição, actualmente administrador da REN, nomeado pelo governo socialista de José Sócrates em 2009, foi contratado em 2008 pelo BCP por Paulo Macedo, actualmente presidente da Caixa nomeado pelo actual governo socialista, na época membro da administração do BCP de que era então presidente Santos Ferreira, um amigo do peito de Guterres, antigo líder do PS e primeiro-ministro de dois governos socialistas. Santos Ferreira, desde sempre um homem às ordens do PS, que tinha transitado directamente para o BCP vindo da presidência da Caixa, para onde fora nomeado pelo governo socialista de Sócrates, Caixa onde autorizou empréstimos a Berardo e outros para comprarem acções do BCP, empréstimos que hoje fazem parte do malparado da Caixa que Você, leitor, e eu pagámos com os aumentos de capital para tapar os buracos.
Voltando a João Conceição, foi contratado pelo BCP ao mesmo tempo que nomeado assessor de Manuel Pinho, ministro da Economia de Sócrates e homem de confiança e às ordens de Ricardo Salgado, o DDT, presidente do BES cuja falência Você, leitor, e eu pagamos e vamos continuar a pagar. No BCP João Conceição foi contratado por 10 mil euros por mês que recebeu até Maio de 2009, totalizando 153 mil euros, agora reclamados pelo BCP com o fundamento de João Conceição não ter prestados quaisquer serviços, ao que este argumenta que fez tudo o que lhe mandaram fazer (para mais pormenores ler aqui).
Perdido? É natural, é o labirinto habitado pelo polvo socialista.
20/08/2019
O ruído do silêncio da gente honrada no PS é ensurdecedor (185) - Considerem-se avisados
«Desde 1975 que não se assistia a ameaças tão contundentes à liberdade de expressão, aos direitos de informação, associação e à greve. (...)
O PS está a mudar. Perigosamente. Está a ceder às esquerdas radicais, antidemocráticas ou totalitárias. As mais profundas convicções democráticas e liberais que marcaram o carácter do PS estão a sofrer uma erosão manifesta, causada pelo apetite de poder e pela influência ideológica do Bloco. (...)
Convencido de que o seu ADN é um salvo-conduto para a democracia, o PS português está a perder qualidades. Dá sinais de aceitar que existem limites severos à liberdade de expressão, de que as Forças Armadas podem intervir em conflitos laborais e de que os tribunais são bons substitutos para a arbitragem e a negociação. Em questões como a segregação racial, o racismo, a desigualdade étnica e social, o assédio sexual e a violência doméstica, os socialistas estão a considerar crime o que muitas vezes é mera afirmação ou opinião. (...)
Estamos a viver tempos difíceis para a democracia e para as liberdades, designadamente a liberdade de expressão. O PS está a perder gradualmente a sua tradição liberal, a sua veia tolerante e a sua marca democrática que parecia inamovível. O PS está a deixar que as suas pulsões escondidas, jacobinas, de intervenção estatal, de condicionamento da livre expressão e de intolerância apareçam à superfície e se transformem em método de acção. A liberdade, em Portugal, não depende só dos socialistas, mas está por eles muito marcada. Se faltar o seu contributo republicano, democrático e liberal, poderemos ter de viver tempos cinzentos que julgávamos ultrapassados por muitos anos. Num país, como o nosso, em que a direita liberal é tão escassa e volúvel, a esquerda democrática é essencial. Mas, se é a primeira a não respeitar as suas boas tradições, então temos um problema!»
Excertos de «Ameaças», António Barreto no Público
09/08/2019
O ruído do silêncio da gente honrada no PS é ensurdecedor (184) - O PS como elevador sucial
«Não podendo ascender socialmente a trabalhar, não sendo Portugal também um grande paraíso para investir, resta uma solução: meter-se num partido de poder, o que em Portugal nos últimos 20 anos é basicamente inscrever-se no Partido Socialista. Inscrever-se no Partido Socialista e encontrar os padrinhos certos é o caminho mais rápido para a ascensão social (que o diga o ajudante de padeiro, afilhado político de Pedro Nuno Santos, promovido a assessor no Ministério da Administração Interna). Pertencer ou ser próximo do Partido Socialista pode garantir acesso aos melhores empregos na Função Pública e aos melhores negócios com o Estado. A meritocracia fica para trás, subjugando-se à lealdade política, à subserviência e ao servilismo. Controlando o estado uma parte tão grande da economia, directa e indirectamente, é difícil ter sucesso sem acesso à rede de primos e afilhados dos partidos de poder.»
Excerto de «#ComPrimos», Carlos Guimarães Pinto no Observador
Excerto de «#ComPrimos», Carlos Guimarães Pinto no Observador
02/08/2019
E quando se pensava que já tinha sido atingido o supremo descaramento, Costa volta a superar-se (mais uma vez)
Uma espécie de sequela daqui.
Não vou contar as estórias das golas inflamáveis, dezenas de vezes contadas nos últimos dias, da dúzia de familiares socialistas envolvidos, da alteração à medida da lei das incompatibilidades, da tentativa de Costa exportar a questão para a PGR, nem mesmo a estória com mais de 20 anos desenterrada pelo Observador da apresentação pelo mesmíssimo Costa, então secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, de uma proposta de lei do Governo de alteração do regime de incompatibilidades com as mesmíssimas regras que o mesmíssimo Costa agora questiona.
Vou apenas registar o padrão comportamental socialista que consiste em confundir a lei com a ética, a que chamam republicana, confusão estribada na superioridade moral que se atribuem, como a esquerda em geral, mas, temos de reconhecer, com maior arrogância, como se fossem proprietários do regime.
Não vou contar as estórias das golas inflamáveis, dezenas de vezes contadas nos últimos dias, da dúzia de familiares socialistas envolvidos, da alteração à medida da lei das incompatibilidades, da tentativa de Costa exportar a questão para a PGR, nem mesmo a estória com mais de 20 anos desenterrada pelo Observador da apresentação pelo mesmíssimo Costa, então secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, de uma proposta de lei do Governo de alteração do regime de incompatibilidades com as mesmíssimas regras que o mesmíssimo Costa agora questiona.Vou apenas registar o padrão comportamental socialista que consiste em confundir a lei com a ética, a que chamam republicana, confusão estribada na superioridade moral que se atribuem, como a esquerda em geral, mas, temos de reconhecer, com maior arrogância, como se fossem proprietários do regime.
24/07/2019
Curtas e grossas (52) - O argumento definitivo contra o nacionalismo como doutrina
«Uma pessoa percebe os erros do nacionalismo quando se vê obrigada a partilhar a nacionalidade com o ministro Eduardo Cabrita»
Helena Matos no Blasfémias
Evidentemente que o argumento é igualmente válido quando se substitui o nome da criatura pelo do seu chefe ou qualquer outro nome da grande família dos dirigentes socialistas,
Helena Matos no Blasfémias
Evidentemente que o argumento é igualmente válido quando se substitui o nome da criatura pelo do seu chefe ou qualquer outro nome da grande família dos dirigentes socialistas,
23/07/2019
TIROU-ME AS PALAVRAS DA BOCA: A ameaça de colonização do Estado pela geringonça
«A geringonça fez-se para manter e reforçar o poder dos seus parceiros no Estado, e do Estado na sociedade, e, por isso, para impedir quaisquer “reformas estruturais” que pusessem em causa esse poder.
É o que os parceiros da maioria têm feito e que têm razão para continuar a fazer. Sobretudo se finalmente ganharem umas eleições, como não ganharam em 2015, e a sua maioria for graduada em “maioria de revisão constitucional” (isto é, dois terços da Assembleia da República). Talvez não restaurem o Conselho da Revolução, mas a dimensão de uma vitória dessas será, só por si, pressão suficiente para irem mais longe, quer na colonização do Estado pelos seus agentes e ideologias, quer na colonização da sociedade pelo Estado. É por exemplo possível que uma geringonça reforçada aproveite eventuais substituições de juízes no Tribunal Constitucional para, como Trump está a fazer nos EUA, garantir que, perdida um dia a maioria parlamentar, continuará a dispor de uma maioria togada para bloquear reformas. Teremos então geringonça por muitos mais anos.»
Excerto de «Mais quatro anos de geringonça?», Rui Ramos no Observador
É o que os parceiros da maioria têm feito e que têm razão para continuar a fazer. Sobretudo se finalmente ganharem umas eleições, como não ganharam em 2015, e a sua maioria for graduada em “maioria de revisão constitucional” (isto é, dois terços da Assembleia da República). Talvez não restaurem o Conselho da Revolução, mas a dimensão de uma vitória dessas será, só por si, pressão suficiente para irem mais longe, quer na colonização do Estado pelos seus agentes e ideologias, quer na colonização da sociedade pelo Estado. É por exemplo possível que uma geringonça reforçada aproveite eventuais substituições de juízes no Tribunal Constitucional para, como Trump está a fazer nos EUA, garantir que, perdida um dia a maioria parlamentar, continuará a dispor de uma maioria togada para bloquear reformas. Teremos então geringonça por muitos mais anos.»
Excerto de «Mais quatro anos de geringonça?», Rui Ramos no Observador
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L'État c'est nous
07/07/2019
TIROU-ME AS PALAVRAS DA BOCA: Eles são ateus mas acreditam no seu direito divino ao poder
«As esquerdas olham para a democracia de um modo muito particular, sobretudo quando não ganham eleições. Para eles, o socialismo tem um valor muito superior à democracia. A maioria dos socialistas não entende a democracia como uma competição entre forças políticas diferentes mas com a mesma legitimidade. A democracia é apenas uma forma de chegar ao poder com o apoio do povo. Se não tiverem esse apoio, tentem chegar ao poder com outros argumentos. Sabem porquê? Porque é bom para o povo, o pobre do povo é que ainda não entendeu. É isso mesmo que os socialistas pensam.»
Excerto de «A esquerda tem um entendimento curioso da democracia», João Marques de Almeida no Observador
Excerto de «A esquerda tem um entendimento curioso da democracia», João Marques de Almeida no Observador
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L'État c'est nous
28/06/2019
Encalhados numa ruga do contínuo espaço-tempo (87) - Obsoleto é um poucochinho exagerado. O liberalismo não é uma moda. É um modo de vida, como o despotismo
«Passados 27 anos da queda do Muro de Berlim e veja-se onde estavam então os dois homens: Trump vivendo na Trump Tower e ainda promovendo «The Art of the Deal»; Putin era o segundo oficial no posto avançado do KGB em Angelika Strasse, na cidade de Dresden no leste alemão. Enquanto o Ocidente capitalista crescia, o mundo de Putin desmoronava. O KGB foi expulso da Alemanha Oriental, os exércitos soviéticos retiraram-se da Europa de Leste e, em seguida, o ex-espião supérfluo do KGB teve de testemunhar a desintegração da poderosa URSS. Deve ter sido surpreendente para ele, anos mais tarde, testemunhar uma Europa à beira do colapso. E manipular as eleições dos EUA, enquanto Trump o defende contra a CIA que ele combateu toda a sua carreira como espião. Mas em 2017 pode ter um prémio ainda maior. Se União Europeia se desintegrar e Trump desestabilizar a aliança da NATO, a Rússia de Putin terá a Europa onde a quer e deixará de existir uma união que ele não pode controlar: o funcionamento das democracias da Europa Ocidental, cujo exemplo ameaça o governo de Putin na Rússia, será fatalmente afectado. Isso será uma reviravolta ainda maior.» («Is Putin’s master plan only beginning?», Henry Porter na Vanity Fair)
08/06/2019
O ruído do silêncio da gente honrada no PS é ensurdecedor (183) - Uma falta de memória só igualada pela falta de vergonha
«O PS quer um “dia da memória” porque sabe não haver nenhuma. Se houvesse, toda a gente se lembraria das figuras que os nossos estimáveis governantes fizeram naqueles desgraçados dias, sob o alto patrocínio de Sua Excelência, o Senhor Presidente da República. Se houvesse memória, toda a gente se lembraria da grotesca indiferença do dr. Costa, disfarçada sob um ar pesaroso e interrompida para anunciar aos saltinhos a candidatura do autarca lisboeta. Se houvesse memória, toda a gente se lembraria do “focus group” convocado pelo primeiro-ministro para medir os efeitos dos incêndios na sua popularidade. Se houvesse memória, toda a gente se lembraria dos bonitos calções que o primeiro-ministro envergou numa praia espanhola enquanto os cadáveres arrefeciam. Se houvesse memória, toda a gente se lembraria da valentia da então ministra da Administração Interna, uma criatura hoje sem nome que à época, e entre lágrimas, se proclamou a principal vítima de tudo aquilo. Se houvesse memória, toda a gente se lembraria da eficácia do lendário SIRESP e dos míticos Kamov, não por acaso duas heranças do dr. Costa. Se houvesse memória, toda a gente se lembraria de que, em Pedrógão, um Estado voraz falhou na solitária tarefa que lhe devia competir: assegurar, na medida do possível e do razoável, a segurança física dos cidadãos. Se houvesse memória, enfim, o dia da dita seria dispensável. Assim, é apenas repugnante.»
Os dias nacionais da amnésia, Alberto Gonçalves no Observador
Os dias nacionais da amnésia, Alberto Gonçalves no Observador
07/06/2019
ESTADO DE SÍTIO: Depois do cobrador do traque, o espião que veio do fisco
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| Depois do cobrador do traque, o espião que veio do fisco |
29/05/2019
ACREDITE SE QUISER: O cobrador do traque
«Condutores foram apanhados de surpresa com operação STOP que Autoridade Tributária e Aduaneira e GNR fizeram na manhã desta terça-feira em Valongo para apanhar contribuintes incumpridores. (...)
A operação STOP foi realizada na localidade de Alfena, em Valongo, e foi, entretanto, mandada cancelar pelo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais (SEAF), António Mendonça Mendes. Sobre esta decisão da tutela, o advogado da VdA comenta que o SEAF “fez muito bem”. De acordo com a agência Lusa, que citou uma fonte do fisco presente em Alfena, a iniciativa foi denominada Ação Sobre Rodas e visou “intercetar condutores com dívidas às Finanças, convidá-los a pagar e dar-lhes essa oportunidade de pagarem”. “Se não tiverem condições de pagar no momento, estamos em condições de penhorar as viaturas”, mencionou a mesma fonte.» (Expresso)
A operação STOP foi realizada na localidade de Alfena, em Valongo, e foi, entretanto, mandada cancelar pelo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais (SEAF), António Mendonça Mendes. Sobre esta decisão da tutela, o advogado da VdA comenta que o SEAF “fez muito bem”. De acordo com a agência Lusa, que citou uma fonte do fisco presente em Alfena, a iniciativa foi denominada Ação Sobre Rodas e visou “intercetar condutores com dívidas às Finanças, convidá-los a pagar e dar-lhes essa oportunidade de pagarem”. “Se não tiverem condições de pagar no momento, estamos em condições de penhorar as viaturas”, mencionou a mesma fonte.» (Expresso)
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