Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)

31/12/2007

ESTADO DE SÍTIO: o funcionário que, não sendo funcionário, está a tirar o lugar a uma legião

«Todo o processo de reporte de informação sobre a maior operação de titularização de créditos do Estado depende de um único funcionário, o qual na verdade é um colaborador da consultora Accenture, que se encontra destacado na DGITA há 15 anos.
A equipa de Azevedo Pereira, director-geral dos impostos, tece duras críticas ao facto de, por um lado, todo o processo depender de uma única pessoa, e por outro, deste nem sequer ser um funcionário da Direcção-geral, o que significa uma grande dependência do Estado face a uma entidade privada.»
(Jornal de Negócios)
Se estiver ao alcance do director-geral dos impostos, cria-se uma divisão com um director, 3 ou 4 chefes de repartição, 10 ou 20 serviços, 30 ou 40 secções, por aplicação dos factores I e II da Lei de Parkinson:

Factor I - O propósito de um chefe é multiplicar os subordinados e não os rivais
Factor II - Os chefes geram trabalhos uns aos outros

Recorde-se que o modelo matemático de Parkinson, representado na fórmula seguinte, faz depender o incremento anual (x) do número de efectivos, do número (k) de funcionários procurando promoção através da nomeação de subordinados, do tempo médio de serviço (p), do número (m) de horas dedicadas a responder a memorandos, e do número (n) de unidades departamentais da organização.

x = (2k^m + p)/n

[Para mais pormenores ver o post impertinente Parkinson Law revisited]

Antevisão da Divisão RIMPTCE (Reporte de Informação sobre a Maior Operação de Titularização de Créditos do Estado)
(Inspirado no Armour & Co.'s General Office, Chicago, 1900, foto adaptada do Early Office Museum)

30/12/2007

AVALIAÇÃO CONTÍNUA: depois da sotaina, o avental

Secção Frases Assassinas

«E eis como um banco, que era tão cristão, tão "opus dei", tão boas famílias, acaba na esfera dessa curiosa seita do avental, a que chamam maçonaria.»

Três ignóbeis para a equipa liderada pelo engenheiro Jardim Gonçalves por ter gerido o Millenium bcp como se os fins justificassem todos os meios. Três urracas e três bourbons para a equipa liderada pelo ministro anexo doutor Vitor Constâncio por não ter utilizado em tempo oportuno os meios que os fins da sua responsabilidade justificariam. Quatro urracas e três chateaubriands para os accionistas por se terem posto a jeito para o governo/partido liderado pelo engenheiro Sócrates a quem se concedem cinco ignóbeis. Três afonsos para Miguel Sousa Tavares pelo sumário da estória recente do Millenium bcp.

29/12/2007

ESTÓRIA E MORAL: depois do cheiro a pólvora, o cheiro a bacalhau

Estória

«I will return in five days. Stop washing

[Carta de Napoleão a Josefina, anunciando o seu regresso (a La Petite Malmaison, digo eu), citada por K. Ashenburg em The Dirt on Clean: An Unsanitized History]

Moral

Pigs love to lie together

28/12/2007

CASE STUDY: bens e serviços não transaccionáveis

Os últimos 12 meses para os quais existem estatísticas disponíveis (Estatísticas do Emprego - 3.º Trimestre de 2007), mostram um crescimento homólogo de 4,7% do emprego na construção civil, apesar da crise. No 3.º trimestre deste ano havia na construção civil 578 mil indivíduos ou cerca de 11% do total da população empregada . Esse número incluía um número desconhecido de imigrantes, certamente uma fracção muito significativa dos cerca de 240 mil estrangeiros residentes (dados de 2002 no Anuário Estatístico de 2005 publicado em 15-03-2007).

O que seria do INE se tivesse que concorrer num hipotético mercado de informação estatística? E o que seria das mais de 120 mil empresas (dados de 2005 publicados em 2007) de construção civil se produzissem bens transaccionáveis competindo num mercado internacional?

Não é por acaso que o somatório do emprego na administração pública (um número desconhecido, que deve situar-se algures entre os 700 e os 750 mil) e na construção civil deve representar um quarto ou mais do emprego total.

[Reflexões a propósito duma estória dumas sofridas obras de remodelação com adiamentos, trabalhos a mais, rework constante para remendar erros de execução, etc. Trata-se de uma estória de sucesso, segundo observadores connoisseurs e independentes. Imagine-se o que seria uma estória de insucesso.]

27/12/2007

O IMPERTINÊNCIAS FEITO PELOS SEUS DETRACTORES: o olho do Hubble perscrutando o espaço sideral (6)

5º - A Nebulosa Ampulheta, distante 8.000 anos luz, tem um estrangulamento no meio, porque os ventos que a modelam são mais fracos na sua parte central.
[As 10 melhores fotos captadas pelo telescópio Hubble, enviadas por JARF, forever young]
Continua

26/12/2007

CASE STUDY: the African way

O Millenium bcp já foi um case study de sucesso nos serviços financeiros e não só em Portugal. Nos últimos meses evoluiu para um case study de degenerescência da liderança e de opacidade da prática de governação. Nas últimas semanas evoluiu para um case study de dependência do estado, com o presidente da República e o governo a meterem a colher a pretexto dum equívoco interesse nacional e da invasão da banca espanhola, e os lóbis partidários e financeiros em grande excitação.

A lista de putativos candidatos às administrações do Millenium bcp e da Caixa dá uma justa medida do grau de prosmicuidade entre o poder político, representado pelas luminárias dos partidos do bloco central, e a finança doméstica, sempre veneradora e grata. Nada de verdadeiramente novo, porque se em relação à Caixa a prosmiscuidade sempre foi pública e notória, em relação ao Millenium bcp o engenheiro Jardim Gonçalves sempre teve na administração variados agentes do poder político, para o caso da dependência dos accionistas em relação ao banco não ser suficiente para garantir a blindagem.

TRIVIALIDADES: fila única

[Foto duma Loja do Cidadão algures - talvez em Aveiro, enviada por JARF. Clicar para ver em todo o seu esplendor o presépio segundo o estado napoleónico-estalinista.]

23/12/2007

BREIQUINGUE NIUZ: pré-ocupações, des-preocupações e suposições

O CDS, preocupado, quer ouvir "com carácter de urgência" o ministro da Economia para ele explicar porque definha a economia portuguesa e fica para trás das economias de Chipre, Malta, República Checa e Eslovénia, e das demais que hão-de passar por aqui a correr. Suporá o doutor Diogo Feio que o doutor Pinho tem poderes para fazer crescer a economia?

O presidente da República, preocupado com o Millenium bcp, disse ao ministro das Finanças que discorda que o banco «seja retalhado por outras instituições». Será o doutor Cavaco Silva accionista do banco? Suporá que o banco é uma EP? Discordará que o banco seja comprado por inteiro, sem ser retalhado, pelo Santander, por exemplo?

Quem não está preocupado, com inteira razão, é o senhor engenheiro Sócrates que aprovou o investimento das Águas de Portugal no Brasil, proposto pelo então presidente e actual ministro senhor engenheiro Mário Lino, no qual se torraram mais de 100 milhões de euros. Supunham os senhores engenheiros que estavam apenas a estagiar, aquecendo os motores para torrarem dinheiro a sério uns anos mais tarde nos aeroportos, nos TGVs e no que mais se há-de ver?

22/12/2007

DIÁRIO DE BORDO: ora essa, senhor engenheiro

Leio a entrevista ao Expresso do doutor Luís Filipe Menezes, que quer «fazer como Sarkozy», e concluo, se ainda aí por andar em 2009, que será o único (*) a fazer-me votar no senhor engenheiro José Sócrates, se este último também ainda por aí andar.

(*) É uma figura de estilo. Há muitos outros. O doutor Santana Lopes ou o doutor Paulo Portas, por exemplo.

AVALIAÇÃO CONTÍNUA: mani pulite ou mani sporco?

Secção Perguntas impertinentes

Se os juízes não são funcionários públicos obrigados pela disciplina hierárquica a obedecer aos ditames de chefes eventualmente incompetentes e/ou negligentes e/ou corruptos, de quem é a responsabilidade pelo buraco negro que é a administração da justiça neste país? Quem responde pelos 15 anos do caso UGT, 10 anos do caso Melancia, 17 anos do caso FP 25, 6 anos do caso Vale e Azevedo, 17 anos do caso Costa Freire, 4 anos do caso Casa Pia, you name it?

Que pontuação devo atribuir à corporação? Quantas urracas? Quantos bourbons? Quantos chateaubriands?

LA DONNA E UN ANIMALE STRAVAGANTE: as três graças

[as redondezas femininas vistas por Antonio Canova]

20/12/2007

O IMPERTINÊNCIAS FEITO PELOS SEUS DETRACTORES: o olho do Hubble perscrutando o espaço sideral (5)

6º - Em 6º lugar está a Nebulosa do Cone. A parte que aparece na foto tem 2,5 anos luz de comprimento (o equivalente a 23 milhões de voltas ao redor da Lua.
[As 10 melhores fotos captadas pelo telescópio Hubble, enviadas por JARF, forever young]
Continua

18/12/2007

CASE STUDY: estagflação, dizem eles (outra vez)

Ainda a cadeira de Alan Greenspan no FED não tinha arrefecido, já o venerando ex-presidente tinha esquecido o mumble jumble com que no passado descrevia as suas profecias sobre a evolução dos fundamentais. Passado o testemunho a Bernard Bernanke, o tio Alan adopta um discurso mais inteligível e subrepticiamente crítico da condução da política monetária pelo seu sucessor, que faz, mais ou menos, o que ele faria nas mesmas circunstâncias. Agora, para combater a crise do subprime, lembrou-se de prescrever a ajuda do governo aos proprietários em riscos de execução hipotecária, em alternativa a intervir sobre as regras dos empréstimos, como parece ser a tendência do seu sucessor. Entre as duas, vá o diabo e escolha.

No que parece haver consenso, é na injecção de liquidez que os bancos centrais estão a fazer no sistema financeiro, desde o FED (20 mil milhões de dólares, ontem) ao BCE (348 mil milhões de euros, hoje), passando pelo Banco de Inglaterra (11 mil milhões de libras, hoje). O resultado não está a ser nem poderá ser brilhante: mais inflação já, menos crescimento a prazo. Já se fala de estagflação, outra vez.

Faz lembrar o que o Economist escreveu sobre o hotchpot que é o pensamento de Gordon Brown sobre o estado: «a state that creates risks by trying too hard to eliminate them.»

16/12/2007

SERVIÇO PÚBLICO: quando os fins justificam "O Meio"

Exemplar a «conspiração "lisboeta", "benfiquista", contra o Porto, o Norte e o FCP» conduzida por Pacheco Pereira (ver sobretudo «O “Meio”» no Público, aqui disponível), contra as cliques que controlam no Porto a política, o futebol e outras coisas.

Já se ouvem «os tambores do ressentimento regionalista (que) rufam contra os "mouros"» e ainda se ouve, acrescento eu, o silêncio embaraçado de luminárias tripeiras habitualmente muito prontas a dar com o pau do liberalismo académico nas cliques alfacinhas, que bem o merecem.

NÓS VISTOS POR ELES: Plano Tecnológico - é uma espécie de prontidão

[ver mais aqui ; clicar para ampliar]

NÓS VISTOS POR ELES: de Espanha nem bom vento, nem bom casamento, mas boas estradas















[Foto enviada por JARF]

15/12/2007

SERVIÇO PÚBLICO: Some Like It Dry

Não se trata dos sulcos do Mitsubishi de Luc Alphand, no Dakar do ano passado em Nouakchott. São os sulcos das rodas do veículo Spirit em Marte, que deixam visível sílica pura.

DIÁRIO DE BORDO: frases que me impressionaram nos últimos dias (3)

«The idea of the state that emerges from this learned hotchpotch is one that knows it ought to be small, but somehow cannot resist getting bigger; a state that creates risks by trying too hard to eliminate them.»
Trust me, Bagehot, no Economist, a propósito da caldeirada ideológica que é o pensamento do premier Gordon Brown sobre o estado napolónico-estalinista.

13/12/2007

DIÁRIO DE BORDO: frases que me impressionaram nos últimos dias (2)

«Governments can’t protect individuals from themselves, it’s just impossible. Otherwise they become a tyrannical state.»

Ron Paul, congressista e candidato à presidência dos EU, numa entrevista a John Stossel , citado pelo Insurgente.

12/12/2007

DIÁRIO DE BORDO: frases que me impressionaram nos últimos dias

«I was so bewitched that I didn't register any concrete points in the speech at all. Perhaps there weren't any. But it certainly sounded good
Mark Doyle, jornalista da BBC, a propósito da oratória grandiloquente do senhor primeiro-ministro engenheiro José Sócrates, produzida na cimeira que juntou muitas dezenas de ditadores e alguma dezenas de líderes vergados pelo peso do complexo pós-colonial.

«Podemos ter confiança absoluta em alguém que exige ser tratado como um chefe de Estado e que, antes da sua chegada a solo francês, afirma, (em Lisboa) que o terrorismo é legítimo para os mais fracos? O coronel Kadhafi deve compreender que o nosso país não é capacho sobre o qual um dirigente, terrorista ou não, pode vir limpar os pés ensanguentados dos seus crimes».
Rama Yade, secretária de estado dos Negócios Estrangeiros do governo francês, citada pelo Pública (via Blasfémias)

«We have a system in wich anything you do is either forbidden or compulsory»
Miguel, um académico e membro do partido comunista cubano, citado pelo Economist.

«Having expressed my readiness to run for president of Russia, I appeal to him with a request to give his agreement in principal to head the Russian government after the election of the new president of our country.»
Dmitry Medvedev, o herdeiro do czar Putin, citado pelo NY Times

[Sabe-se lá o que passou por esta cabeça impertinente para associar estas 3 frases]

11/12/2007

SERVIÇO PÚBLICO: perturbar o normal funcionamento dos serviços públicos e da actividade dos tribunais, seria um bom programa

Contrariado, o doutor Cavaco Silva promulgou a lei da responsabilidade civil do Estado, sob protesto de conter «disposições que comportam sérios riscos de perturbação do normal funcionamento dos serviços públicos e da actividade dos tribunais, tendo ainda consequências negativas para o equilíbrio financeiro do Estado». (Público)

Admito sem resistência que não fui enganado. Votei no homem perfeitamente consciente de que «o seu pensamento económico e político é o fruto do casamento dos planos de fomento com a doutrina dominante na época - o social-colectivismo nas suas diferentes encarnações, das quais o professor preferiu a social-democrata.» Mas isso não lhe dá o direito de exagerar e não me retira o direito criticar os seus devaneios colectivistas.

Estará o doutor Cavaco Silva consciente dos resultados, nos dias que correm, do normal funcionamento dos serviços públicos e da actividade dos tribunais? Será que não entende que não pertubar o normal funcionamento é manter intacto o estado napoleónico-estalinista, o aparelho que parasita e enfraquece a sociedade civil? Não verá o doutor Cavaco Silva que a mais tímida reforma só pode perturbar o normal funcionamento deste aparelho? Não compreenderá que quanto menos esse aparelho for responsabilizado pelos danos que causa aos cidadãos nas múltiplas esferas onde intervém, mais o seu cada vez mais longo braço estorcega e sufoca os sujeitos passivos?

São perguntas retóricas.

10/12/2007

ARTIGO DEFUNTO: os mínimos são dos mais baixos, e os máximos são dos mais altos

Segundo o estudo da Anacom, divulgado via Lusa através da RTP, actual câmara de eco do governo, Portugal estaria no terceiro lugar da UE dos preços mais baixos da banda larga.

Quem não parece concordar com essa conclusão é estudo da OCDE que, segundo o Expresso, considera a banda larga em Portugal a 5.ª mais cara entre os membros da OCDE. Dir-se-à que uma coisa é os membros da OCDE e outra os membros da UE, mas a verdade é que 20 dos 30 membros da segunda são igualmente membros da primeira. Há, porém, no estudo da Anacom um detalhe tipicamente orwelliano: o que se compara é o preço mínimo. Voilà.

Não é de hoje que a RTP desempenha with gusto o papel de câmara de eco. Em Abril de 2004 prognoticava-se aqui, que o governo do doutor José Barroso aka Durão Barroso iria «utilizar, uma vez mais, a RTP como uma câmara de eco para propagar aos incréus os milagres que semeou durante a segunda metade "social" da sua governação». A emigração do doutor José Barroso para Bruxelas e a sua substituição pelo menino guerreiro dificultaram a confirmação experimental do prognóstico.

09/12/2007

O IMPERTINÊNCIAS FEITO PELOS SEUS DETRACTORES: o olho do Hubble perscrutando o espaço sideral (4)

7º - A Tempestade Perfeita, uma pequena região da Nebulosa do Cisne, distante 5.500 anos luz; descrita como "um borbulhante oceano de hidrogénio, e pequenas quantidades de oxigénio, enxofre e outros elementos".
[As 10 melhores fotos captadas pelo telescópio Hubble, enviadas por JARF, forever young]
Continua

06/12/2007

TRIVIALIDADES: bordeaux.gov.pt recebe o grande líder verde Muammar al-Kadhafi.

Mais uma aparição da emblemática gravata bordeaux. Para quando o Grande Livro Bordeaux do nosso grande timoneiro senhor Engenheiro?

05/12/2007

ARTIGO DEFUNTO: tal pai, tal filho

Num artigo titulado O dólar fraco, «não é surpresa o dólar estar fraco. A América, toda ela, está fraca. É esse o problema» escreveu Domingos Amaral, a jovem luminária-revelação mais luzidia do jornalismo económico, no mesmo número do Diário Económico que trazia títulos como:
  • Pedidos de hipotecas nos EUA aumentam 22,5% na última semana
  • Número de postos de trabalho nos EUA aumenta três vezes mais do que o esperado
  • Produtividade nos EUA cresce ao ritmo mais elevado dos últimos quatro anos no terceiro trimestre

SERVIÇO PÚBLICO: Some Like It Hot

Depois da Terra, de Júpiter e de Saturno, também foram observados pela Venus Express relâmpagos em Vénus. Afora isso, e o facto da sua atmosfera ter altíssimas pressões e elevadas temperaturas, poderá ser um lugar agradável para habitar se as coisas por cá continuarem a aquecer.

03/12/2007

O IMPERTINÊNCIAS FEITO PELOS SEUS DETRACTORES: o olho do Hubble perscrutando o espaço sideral (3)

8.º - Noite Estrelada, assim chamada por lembrar aos astrônomos um quadro de Van Gogh com este nome. É um halo de luz que envolve uma estrela da via Láctea.
[As 10 melhores fotos captadas pelo telescópio Hubble, enviadas por JARF, forever young]
Continua

02/12/2007

SERVIÇO PÚBLICO: o nascer da Terra visto da Lua (2)

[pelo olho da câmara de alta definição do veículo Kaguya da Japan Space Agency (JAXA)]

01/12/2007

CASE STUDY: l'état, c'est Moi et après Moi, le Déluge, voilà (2)

Por coincidência, tratou-se aqui ontem da bela mansão do doutor Mugabe, presidente vitalício dum país antigamente próspero que transformou num estado miserável com 80% de desemprego e uma inflação de 8.000%. Como se pode ler na crónica «País em colapso» na Única do Expresso, só o mercado negro é que funciona.

É apenas mais um exemplo do resultado, amplamente demonstrado pelos regimes comunistas, de que quando se expulsa os mercados pela porta da frente eles entram pelas traseiras. É a vida, como dizia o outro.